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sexta-feira, 22 de maio de 2009

ONU aponta Brasil como um dos maiores devedores da organização

Nações Unidas, 21 mai (EFE).- A ONU informou hoje que o Brasil está entre as nove nações que mais devem à organização e que apenas 16 de seus 192 países-membros pagaram integralmente e dentro do prazo estabelecido as cotas referentes ao ano de 2009.

"O secretário-geral (da ONU, Ban Ki-moon) e todos nós estamos cientes da difícil situação econômica internacional que muitos países enfrentam, mas a saúde financeira desta organização depende de seus membros", disse a diretora do Departamento Administrativo da ONU, a alemã Angela Kane.

Segundo Kane, no que se refere ao orçamento regular das Nações Unidas, que é de US$ 4,171 bilhões para o biênio 2008-2009, 76 países pagaram sua cota dentro do prazo, que venceu em 7 de maio.

Entretanto, apenas 16 honraram todos os seus compromissos com a organização, que incluem ainda o financiamento de missões de paz e de tribunais internacionais.

Por conta do atraso no pagamento das cotas, a ONU trabalha atualmente com um rombo de US$ 1,5 bilhão em suas contas. E os maiores responsáveis por isso são Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Irã, Coreia do Sul, China, Noruega e México.

"Esta situação nos deixa com um panorama financeiro obscuro", disse a funcionária da ONU.

Com o orçamento regular, a organização cobre suas despesas gerais, como a manutenção de instalações e os salários do pessoal de seus quatro sedes, que ficam em Nova York, Genebra, Viena e Nairóbi.

Quanto ao financiamento das missões de paz, Kane disse "que a situação melhorou em relação ao ano passado". Porém, não apresentou números específicos. EFE

quarta-feira, 6 de maio de 2009

SUMMIT-EUA defendem nova abordagem para resolver Rodada de Doha

WASHINGTON - Os países envolvidos precisam adotar uma nova abordagem para concluírem a Rodada de Doha de comércio global, lançada há sete anos, disse na terça-feira o representante comercial dos EUA, Ron Kirk.

Os EUA pretendem "trabalhar diligentemente rumo à conclusão bem-sucedida da Rodada de Doha, mas acredito que isso exigirá que estejamos dispostos a pensar diferente a respeito de como avançaremos para fazer isso", disse Kirk no Reuters Latin American Investment Summit.

Kirk disse que pretende fazer na semana que vem sua primeira visita à sede da Organização Mundial do Comércio, em Genebra, depois de chefiar a delegação que assiste à posse de Jacob Zuma como presidente da África do Sul, no sábado.

A Rodada de Doha foi lançada em 2001, com a premissa de que uma maior liberalização comercial ajudará os países pobres.

Concluir a Rodada de Doha é uma prioridade para o Brasil e outros países latino-americanos que consideram que suas exportações agrícolas são prejudicadas pelos generosos subsídios agrícolas dos EUA e da União Europeia.

Kirk, há seis meses no cargo, prometeu que os EUA em breve divulgarão detalhes sobre suas ideias a respeito da conclusão da Rodada de Doha.

Ele repetiu na terça-feira a posição dos EUA de que as atuais propostas em debate contêm muitos detalhes sobre os cortes norte-americanos nos subsídios agrícolas e tarifas industriais, ao passo que são vagos quando se trata da abertura de novos mercados em grandes países em desenvolvimento.

"O que buscamos é um acordo amplo e ambicioso em que os benefícios para os interesses (exportadores) agrícolas e não-agrícolas dos EUA sejam pelo menos tão definíveis quanto aquilo que esperam que cortemos", afirmou Kirk, que no entanto não quis dizer quais ideias específicas Washington tem para a negociação.

"As modalidades são horrivelmente complexas", disse Kirk, usando o jargão da OMC para se referir às fórmulas que estão sendo negociadas para o corte de subsídios e tarifas. "Ainda estamos revendo-as."

(Por Doug Palmer e Roberta Rampton)

sábado, 4 de abril de 2009

Combate ao aquecimento pode gerar barreiras

Bloomberg

As políticas de combate ao aquecimento global que estão sendo avaliadas pelos Estados Unidos e pelo Japão correm o risco de gerar barreiras comerciais, disseram altos funcionários dos governos chinês e indiano.

As discussões travadas pelo Congresso dos EUA sobre a potencial imposição de tarifas de importação a artigos provenientes de países como a China, que se recusam a regulamentar a emissão de gases de estufa, poderão desencadear retaliações comerciais, disse Su Wei, o principal negociador da China nas conversações internacionais sobre o clima.

"Se houver a imposição de uma tarifa interfronteiras, isso envolve muito o perigo de desencadear uma guerra comercial", disse Su em entrevista por telefone a partir de Pequim. "Não é algo que gostaríamos de ver", disse ele antes do início das conversações da ONU que se estenderão até 8 de abril em Bonn, na Alemanha.

A China e os Estados Unidos, os maiores produtores mundiais de gases geradores do efeito estufa, estão negociando um novo tratado de proteção climática com 190 países. A Índia e a China rejeitam a imposição de limites às emissões para países em desenvolvimento, dizendo que os países ricos devem tomar providências primeiro.

"Temos de ter muito cuidado para que as mudanças climáticas não se tornem um bom pretexto para começarmos a dar vazão às tendências protecionistas", disse Shyam Saran, o enviado especial do governo indiano às discussões sobre mudanças climáticas, em entrevista concedida em Nova Déli dois dias atrás.

UE recebe Obama com uma presidência enfraquecida

A União Europeia celebra no domingo, em Praga, uma cúpula com os Estados Unidos sob os auspícios de uma presidência tcheca muito debilitada: o país tem um governo demissionário, a gestão que vem fazendo na UE está desacreditada e Praga criticou a política econômica de Barack Obama.

A chegada do novo presidente americano e dos dirigentes de todos os países da União Europeia, após a cúpula da Otan, poderia ser para o governo de Mirek Topolanek a apoteose de sua presidência de turno do bloco dos 27 países, que termina no fim de junho.

"Porém, está em uma posição embaraçosa e com atritos potenciais" com a administração americana, resumiu Antonio Missiroli, analista do centro de reflexão Europe Policy Center.

O presidente americano, Barack Obama, chegará na noite de sábado a um país em plena turbulência política.

Ele terá como interlocutor, por um lado, um primeiro-ministro virtual, o liberal Mirek Topolanek, que apresentou sua demissão semana passada após uma moção de censura por iniciativa dos deputados da oposição social democrata.

Além disso, ele se encontrará com um chefe de Estado, o muito euroecéptico Vaclav Klaus, contrário à União Europeia, bloco que ele compara à União Soviética.

Esta situação coincide com o momento em que a Europa busca maior peso frente aos EUA na gestão da crise econômica.

"A Europa precisa de uma liderança forte nestes tempos de crise. No entanto, um governo que assume a presidência da UE e que está privado da confiança dos demais não pode assumir esta liderança", lamentou recentemente o líder dos conservadores no Parlamento Europeu, Joseph Daul.

A confusão política em Praga deu o golpe definitivo a uma presidência tcheca da UE com problemas de autoridade desde o início e cujo balanço é julgado cada vez mais severamente por seus sócios.

"Esta é uma presidência caótica que não sabe muito bem o que quer", disse um embaixador de um país da UE, sob condição de anonimato.

Os grandes países europeus, como Grã-Bretanha e França, já começaram a tomar a iniciativa, deixando a República Tcheca em segundo plano. Neste sentido, acabaram de rejeitar uma cúpula de chefes de Estado sobre o desemprego proposta pelos tchecos e a Comissão Europeia.

O governo tcheco está, efetivamente, em desacordo com seus sócios europeus sobre a questão central deste momento: a gestão da crise. "Neste momento o país que preside a UE é o único em desacordo com o resto sobre as mudanças econômicas necessárias", destacou um diplomata de alta patente.

Topolanek, um ultraliberal convencido, vê com maus olhos a volta do intervencionismo estatal na economia ilustrado pelos planos de reativação econômica, resgate de bancos e regulação dos mercados.

Ele deixou isto claro semana passada ao declarar, ante o Parlamento Europeu, que as centenas de milhares de milhões gastos por Barack Obama conduziriam os Estados Unidos ao "inferno".

Durante a cúpula de domingo com Barack Obama, a República Tcheca não parece ser a mais apropriada para defender a postura da UE em um assunto considerado uma das prioridades europeias: a necessidade de um maior compromisso por parte de Washington na luta contra a mudança climática.

Para Klaus, "o aquecimento global é um problema inexistente".

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Fahrenheit 9/11


Fahrenheit 9/11 é um documentário de 2004 escrito, estrelado e dirigido pelo cineasta estadunidense Michael Moore. Fala sobre as causas e consequências dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, fazendo referência a posterior invasão do Iraque liderada por esse país e pela Grã-Bretanha. Além disso, tenta decifrar os reais alcances dos vínculos que existiriam entre as famílias do presidente George W. Bush e a de Osama bin Laden.


O título do filme faz referência ao livro Fahrenheit 451 (233ºC, que representa a temperatura que queima o papel), escrito em 1953 por Ray Bradbury, e também aos atentados de 11 de setembro de 2001, já que "11/9" se escreve "9/11" nos países de língua inglesa.


Sugerindo "a temperatura que arde a liberdade", este documentário ressalta especificamente a relação entre a família Bush e pessoas próximas a ela, com membros de eminentes famílias da Arábia Saudíta (incluindo a família de Bin Laden) em uma relação que se estende durante mais de trinta anos, assim como a evacuação de familiares de Osama bin Laden organizada pelo governo de George W. Bush depois dos ataques de 11 de setembro. Se bem que essa relação de negócios entre os clãs Bush e Bin Laden não é discutida, a mesma não é amplamente conhecida.


A partir daí, o filme da pistas sobre as verdadeiras razões que tem impulsionado o governo Bush para invadir o Afeganistão em 2001 e Iraque em 2003, ações que, segundo Moore, correspondem mais a proteção dos interesses das indústrias petrolíferas norteamericanas que o desejo de libertar os respectivos povos ou evitar potenciais ameaças. O documentário insinua que a guerra com o Afeganistão não teria como principal objetivo capturar os líderes da Al Qaeda e sim favorecer a construção de um óleoduto, e que o Iraque não era no momento da invasão uma ameaça real para Estados Unidos senão uma fonte potencial de benefícios para as empresas norteamericanas.





quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Irã pratica subversão na América Latina, dizem EUA

Bruno Garcez

Da BBC Brasil em Washington

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, afirmou nesta terça-feira que o Irã está promovendo "atividades subversivas" na América Latina.

Os comentários foram feitos durante o depoimento de Gates no Senado americano - a primeira aparição do titular da Defesa desde que ele manteve o posto na transição entre a gestão do ex-presidente George W. Bush e o atual líder americano, Barack Obama.

O secretário de Defesa afirmou estar "preocupado com o grau de atividades francamente subversivas que os iranianos estão realizando em diferentes partes da América Latina e, em particular, na América do Sul e América Central".

"Eles (os iranianos) estão abrindo uma série de escritórios e diversas frentes através das quais eles interferem no que está se passando nestes países".

O secretário de Defesa não deu maiores detalhes sobre sua acusação contra o Irã.

Contatos

Em 2007, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, fez um giro pela Venezuela, Equador e Nicarágua.

Durante a viagem, o líder do Irã firmou uma série de acordos com seu colega venezuelano, Hugo Chávez.

O Irã, quarto maior produtor mundial de petróleo, e a Venezuela, o quinto, estão realizando explorações petrolíferas conjuntas na região venezuelana de Orinoco.

O país sul-americano pretende também comprar petroleiros iranianos e firmou tratados para operações conjuntas na construção de moradias de baixo custo e de tratores e bicicletas.

O Irã também abriu há poucos anos representações diplomáticas em países como a Bolívia e a Nicarágua, cujos governos são de esquerda e faziam oposição à política americana durante a gestão de George W. Bush.

Recentemente, inclusive, representantes do governo americano acusaram a representação diplomática do Irã na Nicarágua de contar com centenas de funcionários, o que, na visão dos Estados Unidos, caracterizaria a realização de operações que iriam além das de uma embaixada tradicional.

A informação foi negada pelo Irã, que disse operar com um número normal de funcionários em sua embaixada no país.

Sem preocupações

Gates fez menções ao suposto papel do Irã na América Latina quando respondia a uma pergunta sobre os recentes exercícios navais conjuntos realizados pela Marinha da Rússia e a da Venezuela, no país sul-americano.

Mas o titular da Defesa disse não se preocupar com a manobra militar russa.

''Se não fosse pelos eventos na Geórgia, em agosto, eu provavelmente teria persuadido o presidente a convidar as naves russas a realizarem uma passagem por Miami, porque eles teriam se divertido mais do que em Caracas'', ironizou Gates.

''Com o barril de petróleo a US$ 40, a Marinha russa não me incomoda tanto assim. É preciso levar em conta a capacidade deles'', afirmou.

De acordo com Gates, ''estas ações por parte dos russos não precisam nos preocupar. Mas, por outro lado, o envolvimento iraniano é uma preocupação''.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

John Mearsheimer & Steve Walt

Os renomados acadêmicos John Mearsheimer e Steve Walt falam sobre a política americana no Oriente Médio nesse especial da Universidade Berkeley, da Califórnia.



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O Clone

por Mirella Fonzar, redação ONNE


Clonar cachorros é a nova moda entre norteamericanos endinheirados. Confira!


Não faz muito tempo que o tema "clonagem" não cruzava as barreiras da ficção científica. Há poucos anos, era coisa de laboratório. Pois bem, os clones chegaram às prateleiras das lojas. Não assim, literalmente, mas quase: já tem gente convivendo com um clone em casa.

Inconsolado com a morte do labrador Lancelot, o casal americano Ed e Nina Otto desembolsou cerca de R$ 350 mil para ter uma cópia idêntica do bicho. Clonado pela empresa americana BioArts Intenational, o novo cãozinho nasceu em novembro na Coreia do Sul. Em janeiro já estava na casa da família, em Miami.


Família Otto com o ex-morto Lancelot (Foto: Divulgação)

Não é a primeira vez que isso acontece. A norte-americana Bernann McKinney procurou a empresa coreana RNL Bio (concorrente da BioArts) para clonar o morto Booger, cão da raça pit bull terrier. A brincadeira custou aproximadamente R$ 152 mil. 
Bernann McKinney e o sucessor do finado Booger (Foto: Divulgação)

Para a veterinária brasileira Verena Beck, além de ser uma prática antiética, a clonagem vai contra a ordem natural da vida. “Muita gente acha que clonar é ressuscitar o bichinho, mas não é bem assim. Cada um tem suas próprias características, que são adquiridas ao longo da vida e não apenas geneticamente herdadas. Não é possível clonar a alma de ninguém.”, diz a veterinária.  

O governo coreano também usa clones para assuntos internos e pesquisas. Sete labradores clonados pela RNL Bio vêm sendo usados pela polícia coreana como cães farejadores. Os cachorros são geneticamente sensíveis ao odor de narcóticos, além de terem sido treinados desde pequenos. O projeto teria custado cerca de R$ 700 mil.


Magic e Stern nas mãos de seu criador (Foto: Divulgação)

Os cães Magic e Stern, último feito da RNL, foram clonados a partir de um beagle por um processo inédito que utiliza células-tronco do tecido adiposo. Os filhotes permanecem na Universidade Nacional de Seul, Coréia do Sul, para futuros estudos.

Para entender melhor: um clone é um indivíduo derivado de outro, produzido por reprodução assexuada, mas com o mesmo patrimônio genético. Resumindo... Um gêmeo idêntico perdido no tempo. Aparentemente simples, a técnica cientifica ainda é bastante polêmica, pois traz à tona a discussão ética entorno da vida. A maioria das religiões considera a prática absurda e pecaminosa.


E você, teria seu cãozinho clonado? Dê sua opinião!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

EUA vão entrar na OMC contra embargo europeu ao frango

Bruxelas, 16 - O governo dos Estados Unidos anunciou que vai apelar à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o embargo da União Europeia (UE) ao frango do país. Há 11 anos, o bloco veta a entrada do produto norte-americano em função do uso de cloro na limpeza das aves. "Os tratamentos em questão têm sido ampla e seguramente usados nos Estados Unidos por muitos anos", afirmou Susan Schwab, Representante de Comércio dos Estados Unidos.

Segundo Schwab, o caso vai começar com um período de discussão de 60 dias. Depois disso, os Estados Unidos podem requisitar a abertura de um painel na OMC para resolver a disputa. A Comissão Europeia, braço executivo da UE, declarou recentemente que pressionaria os governos do bloco e o Parlamento para pôr fim ao embargo, mas tanto o parlamento quanto os governos rejeitaram. As informações são da Dow Jones.(Gerson Freitas Jr.)

domingo, 4 de janeiro de 2009

Bolívia suspende demanda contra EUA na OMC até chegada de Obama

La Paz, 23 dez (EFE).- A Bolívia anunciou hoje que suspendeu sua decisão de processar os Estados Unidos diante da Organização Mundial do Comércio (OMC) devido ao cancelamento do programa de preferências tarifárias ATPDEA, já que esperará iniciar negociações com o futuro presidente americano, Barack Obama.

O chefe de Estado da Bolívia, Evo Morales, disse, em um encontro com a imprensa internacional, que preferiu não levar à OMC essa demanda por "respeito ao novo presidente" dos EUA.

"Um requerimento perante a OMC, vamos ganhar, mas preferimos negociar com o novo presidente, por isso suspendemos a demanda que temos preparada", disse Morales.

O atual presidente dos EUA, George W. Bush, cancelou para a Bolívia a Lei de Preferências Tarifárias Andinas (ATPDEA), que exime do pagamento de tarifas os produtos deste país, da Colômbia, Equador e Peru, por causa de seus compromissos na luta contra as drogas.

O argumento de Bush foi uma suposta falta de colaboração na luta contra as drogas por parte da Bolívia.

"De verdade, queremos melhorar as relações com o Governo de Obama, dentro do respeito mútuo", disse Morales, que também aproveitou para insistir em solicitar ao futuro líder americano que suspenda o bloqueio econômico a Cuba.

"Precisamos dos EUA, talvez eles não precisem da Bolívia. Cumprimentamos por ser uma potência internacional, mas não sei se, com a crise financeira, continuará sendo uma potência internacional, duvido disso já", disse. EFE

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

OMC / Carne de bovina: União Europeia reabre queixa contra Estados Unidos e Canadá

A União Europeia (UE) decidiu reabrir a queixa na Organização Mundial de Comércio (OMC) contra os Estados Unidos e o Canadá sobre uma antiga contenda relacionada com a exportação de carne de bovina com hormônios, foi divulgado ontem.

"Estamos convencidos que a nossa legislação sobre os hormônios está totalmente em conformidade com as regras da OMC: as restrições sobre a carne de bovina tratada com hormônios são fundamentadas em conhecimentos científicos sólidos que comprovam os riscos para a saúde do homem", argumentou a UE, em comunicado.

A União Europeia já tinha apresentado o caso à OMC, considerando, na altura, ilegais as sanções impostas pelos Estados Unidos e Canadá sobre algumas exportações europeias, em retaliação à proibição de importação de carne de bovino no espaço comunitário.

A queixa foi rejeitada então pela Organização Mundial de Comércio, que admitiu, em Outubro último, que o caso precisava de ser reavaliado.

domingo, 28 de setembro de 2008

Atendendo a pedidos


Cônsul dos Estados Unidos e a delegação americana no workshop que ele ministrou para os professores orientadores sobre o papel dos Estados Unidos na criação e manutenção das Nações Unidas.