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sábado, 28 de março de 2009

Síria diz que paz com Israel só com retirada do Líbano e da Palestina

Cairo, 22 mar (EFE).- O ministro de Assuntos Exteriores da Síria, Walid al-Moualem, disse que não haverá uma paz global com Israel se as Colinas de Golã ou os territórios libaneses e palestinos não forem desocupados.

Moualem fez estas declarações numa entrevista à rede de TV "Al Jazira", exibida ontem à noite e retransmitida hoje.

"Mesmo se este Governo (israelense) disser que se retira totalmente (dos territórios sírios ocupados) e que estabelecerá a paz, diremos a ele com toda clareza que esta paz não pode ser global sem a retirada dos territórios libaneses e palestinos ocupados, e sem um Estado palestino com Jerusalém como capital", afirmou Moualem.

Israel e Síria já se enfrentaram militarmente três vezes: na guerra de 1948-49, após a fundação do Estado israelense; na dos Seis Dias, em 1967, e na do Yom Kippur, em 1973.

Durante a Guerra dos Seis Dias, Israel ocupou a Cisjordânia e Gaza (territórios palestinos), as Colinas de Golã (Síria), a Península do Sinai (Egito) e a parte oriental de Jerusalém.

"Israel sabe desde o princípio quais são os requisitos para a paz. A Síria não renunciará a uma polegada de seu território. Eles sabem disso desde 1991", acrescentou o ministro sírio.

Síria e Israel começaram a negociar um acordo de paz após a Conferência de Madri de 1991, mas os contatos foram suspensos em 2000.

Em maio do ano passado, as conversas foram retomadas, mas de forma indireta e com a mediação da Turquia. Porém, foram novamente congeladas após a ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza entre 27 de dezembro e 18 de janeiro.

Sobre as relações entre os países árabes e as tentativas de uma reconciliação, Moualem ressaltou que é preciso superar a divisão entre os que assinaram a paz com Israel (Egito e Jordânia) e os que mantêm uma postura mais dura, como a Síria e o Catar.

"É preciso respeitar as diferenças e levar em conta o lugar geográfico do país e sua particularidade política", argumentou o chanceler.

"Não se pode comparar a situação do meu país, em guerra com Israel, com a de outro Estado árabe que tem um acordo de paz com Israel", disse Moualem em alusão ao Egito, que em 1979 normalizou suas relações com o Estado judeu. EFE

quinta-feira, 26 de março de 2009

BAN CONDEMNS LEBANON TERRORIST ATTACK

New York, Mar 23 2009 6:10PM

Secretary-General Ban Ki-moon condemned today’s terrorist attack that killed Kamal Medhat, the deputy head of the Palestine Liberation Organization in Lebanon, and several of his bodyguards.

“He hopes that the perpetrators of this crime will be brought to justice promptly,” his spokesperson said in a <"statement'>http://www.un.org/apps/sg/sgstats.asp?nid=3749">statement.

“Such actions must not be allowed to endanger the climate of calm that currently prevails in Lebanon,” the statement added.

According to media reports, a roadside bomb exploded as Mr. Medhat’s convoy was leaving a Palestinian refugee camp in southern Lebanon.

There are more than 200,000 Palestinian refugees living in 12 camps throughout Lebanon.

They are assisted by the UN Relief and Works Agency for Palestine Refugees in the Near East (<"http://www.un.org/unrwa/english.html">UNRWA), which provides education, health and relief and social services to some 4.6 million Palestinian refugees in Jordan, Lebanon, Syria, the Gaza Strip and the West Bank, including East Jerusalem.

Mar 23 2009 6:10PM

segunda-feira, 23 de março de 2009

Presidente sírio visita Jordânia para aproximar países

AMÃ - O presidente sírio, Bashar Assad, e o rei da Jordânia, Abdullah, concordaram hoje que os árabes devem buscar uma postura unificada face aos desafios regionais. A informação é de um comunicado divulgado do palácio em Amã, após uma breve visita de Assad à Jordânia, em um esforço para reforçar os laços entre os países antes do encontro da Liga Árabe, ainda neste mês. Foi a primeira visita de Assad à Jordânia desde 2005 e ocorreu após encontros do presidente sírio na semana passada com líderes de Arábia Saudita, Egito e Kuwait.



A Síria tem divergências com Egito, Arábia Saudita e Jordânia sobre vários assuntos, especialmente sua aliança próxima com o Irã e com militantes palestinos e grupos libaneses. O comunicado do Palácio Real aponta também que o rei e Assad ressaltaram a importância da reconciliação entre as facções palestinas. Essa questão chegou a um impasse ontem, quando as conversas mediadas pelo Egito entre os lados terminaram sem um acordo sobre um governo de união nacional.



O comunicado também informa que Abdullah e Assad discutiram a iniciativa de paz árabe, que prevê a retirada de Israel de todas as terras árabes ocupadas e o estabelecimento de um Estado independente palestino. A iniciativa, apresentada pela Arábia Saudita, ganhou apoio de outras nações árabes. Assad já retornou a Damasco

terça-feira, 10 de março de 2009

Refugees add their footballing skills to Brazil’s rich soccer scene

BRASILIA, Brazil, March 10 (UNHCR) – Ali Abu Taha has been thriving since last year becoming the first Palestinian to play for a professional football team. And it's possible that he could be soon joined by other young refugees who have also arrived in Brazil under a UNHCR-supported resettlement scheme.

The 19-year-old striker, who was born in Iraq and lived in a desert refugee camp in Jordan for months, was signed by Brazsat Football Club in the second division of the Brasilia district championship. The team now runs a programme aimed at promoting football and other sports as a local integration and protection tool for young refugees in Brazil.

Team officials say other refugees are likely to be hired, depending on the results of technical and medical exams. "This is a new pioneering activity in Brazil to foster integration. Being a very popular sport in Brazil, football it is a way for refugees to get closer to Brazilian culture," said Javier Lopez-Cifuentes, UNHCR's representative in Brazil.

Ali honed his football skills during the four years he and his family spent in Jordan's Ruweished camp after fleeing rising intimidation, threats and violence against Baghdad's once thriving Palestinian community. "We used to play for fun. We didn't have kit or shoes, only a ball," he recalled.

His life changed forever in September 2007, when he and his family were among the first group of more than 100 Palestinians to be accepted for resettlement by Brazil. They were flown to the city of Mogi das Cruzes, but Ali has sinced moved to an apartment in Brasilia which is closer to his team's ground, while his family resides in Sao Paolo state.

He trains hard with his new teammates, determined to reach the top. "I am in better physical condition and working hard, thinking of my future," Ali confided to UNHCR visitors, while adding that he was learning Portuguese. "I am [getting] much better and have made some very nice [Brazilian] friends."

The staff and management at Brazsat are delighted to have their first Palestinian and Arab player and believe he has what it takes to one day play for his new home country." "He is an example to all of us," said Alexsander Gomes, the team's technical director, who commended Ali on his physical and technical skills.

"We are very proud of him and we are also happy to be the first professional football team in Brazil with a refugee player," said João Gilberto Vaz, the president.

Back on the pitch, Ali mused on fate. "I had planned to go back to school to study law, but now I'm fulfilling a dream of being a football player in Brazil." What odds on him becoming the first Palestinian to score a goal for Brazil in the World Cup Finals in South Africa next year?


By Luiz Fernando Godinho and Valéria Graziano
in Brasilia, Brazil

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Chanceleres da UE se reunem com Israel e Autoridade Nacional Palestina

da Efe, em Bruxelas

Os 27 ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) se reunirão na quarta-feira (21) em Bruxelas com a chanceler israelense, Tzipi Livni, e, no domingo (25), com os chefes da diplomacia da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Egito, Jordânia e Turquia.

De acordo com um comunicado da presidência tcheca da UE, estes encontros darão continuidade às reuniões realizadas no domingo em Sharm el Sheikh, no Egito, e em Jerusalém.

Nos encontros, 12 líderes internacionais destacaram a necessidade de consolidar os primeiros sinais de paz que surgem a partir de Gaza.

A agenda prevista possui três pontos: avaliar a situação após o fim das atividades militares israelenses no território palestino, estudar a possibilidade de a UE aumentar os compromissos de ajuda humanitária, e analisar as condições nas quais atualmente o auxílio é oferecido, afirmaram à agência Efe fontes da Presidência tcheca.

No domingo, o ditador egípcio, Hosni Mubarak, convocou uma conferência para redobrar os esforços internacionais para alcançar a paz na faixa de Gaza e começar a programar ações em favor da reconstrução desse território.

A cúpula ocorreu um dia após Israel anunciar uma trégua unilateral em Gaza e de o movimento palestino Hamas declarar um cessar-fogo de uma semana para dar tempo às tropas israelenses para se retirar da faixa de Gaza.

Participaram da viagem para promover uma trégua duradoura em Gaza os líderes de Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero; França, Nicolas Sarkozy; Reino Unido, Gordon Brown; Alemanha, Angela Merkel; Itália, Silvio Berlusconi; e República Tcheca, Mirek Topolanek.