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segunda-feira, 16 de março de 2009

Resumos no ar!

Last, but in no way, least is the United Nations Historic Security Council. For those bold delegates that wish to be part of History and like McFly are not afraid to go “Back to the Future”, this is their chance to see how difficult it is to change reality. So, do you think you are up to the task?

UNHSC

United Nations Security Council
The Issue on Abkhazia, Georgia (1993)

Diretores:
Heloisa Dornelles Marino
Tiago Nogueira Pimenta dos Reis
Rafaela Mazzone de Oliveira

Email: unhsc@mirin-puc.com

As we watched the 2008 war in Georgia unfold before our eyes, we might as well wonder what historical process led to it. As such, historical committees are a unique opportunity to relive, rethink and, why not, rewrite history. This July, the SC will go back to 1993 and discuss the roots of a conflict that still poses threats to the stability of the Caucasian region.

The origins of the conflict regarding Abkhaz and Georgians can be found in the formation and consolidation of the Soviet Union following the Russian Revolution, and even far before that. However, the outbreak of the Georgian-Abkhaz conflict in 1992 is set in a stage where the Cold War had just come to an end and insecurity, more than ever before, came from within the state. The humanitarian condition in which the region encountered itself was appalling. As a whole, both Georgians and Abkhaz felt mutually threatened by one another within Abkhazia.


The UN already had a history of involvement within the conflict. The Security Council had already passed two Resolutions on the matter. Therefore, the purpose of this committee will be to further discuss the issue of Abkhazia. The sessions will take place in late August, 1993 and we are expecting delegates to focus on how to deal with a situation of threat to peace and security in the region.


sábado, 14 de março de 2009

Resumos no ar!

Se você adora aqueles programas de ficção científica, discovery channel, questões religiosas e muita polêmica, nossa dica de comitê é a UNESCO. Discutindo um dos tópicos mais polêmicos entre cientistas, Estadistas, filósofos, teólogos... A Clonagem. Será que ao banir a clonagem terapêutica os Estados estão fechando as portas para cura de doenças como câncer e mal de Parkinson? Por outro lado, os que defendem a clonagem reprodutiva entendem plenamente o que está em jogo? Será que clonar é brincar de Deus? Entretanto, não fazer o possível para salvar o paciente não vai contra o juramento que os trabalhadores da área da saúde fazem? São muitas perguntas, há muito em jogo... O quanto vocês estão dispostos a apostar?

UNESCO

Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura
Comitê de Bioética: o Debate sobre Clonagem Humana

Diretores:
Márcia Lima
Tamara Sbragio Ganem

Email: unesco@mirin-puc.com

Uma das mais controversas e revolucionárias novidades da história recente é a clonagem humana. Raras questões repercutem tão intensamente na sociedade, gerando tanto debate, quanto as possibilidades oferecidas pela engenharia genética.

O grande desafio enfrentado pela bioética é conciliar o saber humanista com o saber científico. Manipular o desenvolvimento de um ser humano e desvendar todos os segredos escondidos nos genes pode agredir valores de diversos grupos que duvidam de um mundo onde as leis naturais, ou as leis de Deus, podem sofrer a interferência humana. O desafio levantado pela clonagem humana coloca em choque valores considerados imutáveis por diversas culturas e a constante necessidade de se repensar convicções anteriores exigida pelo avanço científico.

Enquanto cientistas afirmam que a clonagem pode abrir caminho a novos tratamentos para doenças como os Mais de Parkinson e Alzheimer, e a diabetes, por outros grupos da sociedade civil e governos argumentam que tal prática atinge diretamente a dignidade humana, a identidade do indivíduo e, possivelmente, a diversidade genética e a própria integridade da espécie. Frente a estes argumentos, algumas perguntas tornam-se prementes: até que ponto a ciência é livre para desenvolver suas pesquisas? Valores sociais e éticos devem limitar as possibilidades da ciência?


Diante desse complexo contexto, os delegados do Comitê de Bioética da UNESCO deverão levar em conta interesses econômicos, políticos e culturais das diversas nações, a fim de estabelecer diretrizes que proporcionem equilíbrio entre a dignidade humana e a liberdade de pesquisa e o avanço da ciência. Sendo questão que ultrapassa os simples limites da técnica e da ciência e avança sobre o campo da moral e dos princípios de diversas culturas, a clonagem humana exige certo grau de governança internacional, ou seja, de coordenação das diversas políticas nacionais no campo. É neste espírito que, no desenrolar dos debates, os delegados deverão encontrar soluções concretas, preparando a sociedade para lidar com esta nova tecnologia que pode ser enorme fonte de benefícios para todos, mas que ainda encontra-se cercada de polêmica e incertezas.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Resumos no ar!

Se você é uma pessoa preocupada com as questões da África, com crianças-soldado; se diamantes de sangue são um tema que você acha interessante discutir; ou se você simplesmente acredita no poder das Nações Unidas e da cooperação internacional para amenizar o sofrimento humano, o PNUD é uma ótima pedida!


PNUD


Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
Reconstrução e Desenvolvimento Pós-Guerra Civil: o Caso de Serra Leoa

Diretores:
Thiago Abrahão Pietroluongo Esteves
Carolina Valladares Guimarães Taboada

Diretora Assistente:
Juliana Ghazi

Email: pnud@mirin-puc.com

O conflito em Serra Leoa teve início em março de 1991, quando milicianos da Frente Revolucionária Unida (RUF, na sigla em inglês), iniciaram uma guerra para derrubar o governo vigente. Alegando que este não atendia às demandas da sociedade e denunciando abusos de poder de toda espécie e corrupção maciça, a RUF deu início à guerra civil serra-leonesa. Entre tomadas e retomadas de poder, o conflito se estendeu até 2002, quando foi oficialmente declarado seu fim.

A utilização de crianças durante os conflitos ocorreu de forma ampla e sistemática, por todos os lados envolvidos, colocando as gerações futuras do país em grande ameaça e minando as possibilidades de desenvolvimento de Serra Leoa. A participação na guerra produz efeitos devastadores nas crianças, tanto físicos quanto psicológicos: as atrocidades às quais foram expostas frequentemente provocam traumas irreversíveis. A utilização generalizada de drogas pelas crianças, instrumento para que pudessem enfrentar a fome, o cansaço e a brutalidade das batalhas, veio somar-se aos danos psicológicos já causados pelo conflito em si.

A reintegração dessas antigas crianças-soldado à sociedade é um passo fundamental na reconstrução de Serra Leoa e na promoção do desenvolvimento do país. Para esse fim, é essencial que seja desenvolvido um programa de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração (DDR) bem sucedido. Desde 2002, diversas tentativas de implantar tal programa foram efetuadas, porém os insucessos são recorrentes.

A experiência adquirida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) nas mais diversas situações de reconstrução pós guerra-civil será, portanto, crucial para a instituição de um programa de DDR bem sucedido. Um estudo das necessidades e possibilidades que cercam estas crianças será essencial para recuperar estes indivíduos que passaram por tanto sofrimento numa fase que deveria ser aquela de maior desenvolvimento de um ser humano.

Outras questões como a inserção de meninas participantes do conflito no programa e o recrutamento de crianças serra-leonesas pelos exércitos da Libéria e Costa do Marfim também deverão ser tratados pelos delegados do PNUD.


Espera-se que o sucesso do programa de DDR das crianças soldado seja um marco na história de Serra Leoa, permitindo ao país superar os deploráveis índices de qualidade de vida que hoje apresenta e seguir rumo ao desenvolvimento.


quarta-feira, 11 de março de 2009

Resumos de ar!

Viagens a Genebra, política comerciais, discussões econômicas e muito dinheiro. Se isso te parece interessante, a OMC é o lugar pra você! Pragmáticos, keynesianistas, neoliberalistas, todos unidos tentando chegar uma conclusão sobre quais são os melhores rumos pro comércio e como cooperar, sem perder... E acreditem, não é fácil. Reuniremos os melhores negociadores do mundo... Vocês.


OMC

Organização Mundial do Comércio
Novos Caminhos na Liberalização de Agricultura e Bens Industriais

Diretores:
Bruno Lobo Torres Bittencourt da Motta
Renata Bechara de Araújo


Email: OMC@mirin-puc.com


O comércio internacional está intimamente ligado com as questões do desenvolvimento econômico. O debate entre livre comércio e protecionismo comercial vem de longa data e demonstra a complexidade em se criar regras para o comércio internacional, nos mais diferentes setores, frente aos interesses domésticos de cada um dos países envolvidos nas negociações.

Ainda que o embate de interesses seja uma constante nas negociações comerciais internacionais, é sensato afirmar que há um amplo consenso sobre a necessidade de se criar regras conjuntas para o comércio internacional, a fim de maximizar os ganhos gerados pelo comércio e promover o desenvolvimento econômico e social das nações.

É neste contexto que se coloca o debate proposto para esta VII Conferência Interministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), órgão inicialmente pensado na Conferência de Bretton Woods (1944) e efetivamente criado ao fim da chamada Rodada Uruguai do GATT (General Agreement on Trade and Tariffs), em 1995. Tendo como objetivo fundamental supervisionar as regras e liberalizar o comércio internacional, as recentes negociações na OMC vêm frisando a importância do comércio como meio de desenvolvimento para as nações menos favorecidas do globo.

Desde 2001, com a Quarta Conferência Interministerial em Doha, os membros da OMC vêm negociando o conjunto de regras que deverá substituir aquelas acordadas ao fim da Rodada do Uruguai. A Rodada Doha – ou Rodada do Desenvolvimento, como é conhecida -, ainda está em aberto, uma vez que questões delicadas ainda encontram-se em debate, impedindo o consenso necessário entre os membros para que uma resolução seja aprovada. A crise financeira mundial e o crescente temor da intensificação de medidas protecionistas apenas reforçam a necessidade de se avançar nas negociações de liberalização comercial no nível multilateral. A mudança de governo nos EUA também deixa no ar a possibilidade de novos espaços de negociação.

Temas como subsídios à produção agrícola, acesso a mercados de bens industriais e defesa da propriedade intelectual são apenas alguns dos diversos pontos de divergência que ainda emperram o avanço das negociações da Rodada Doha. Enquanto países em desenvolvimento buscam remover as barreiras que impedem acesso de seus gêneros agrícolas ao mundo desenvolvido, os países desenvolvidos buscam garantir o acesso de seus bens industrializados aos gigantes mercados em desenvolvimento, assim como a defesa dos direitos de propriedade intelectual. Divisões simples, contudo, caem por terra quando potências econômicas em desenvolvimento como Brasil, Índia e China divergem entre si e por muitas vezes se distanciam das nações menos desenvolvidas.

A necessidade de se avançar as negociações de liberalização comercial na OMC é quase um consenso entre seus membros. As divergências e embates, contudo, são extensas. Desta forma, será esperado dos delegados dos países membros da OMC grande habilidade diplomática e conhecimento de seus interesses domésticos para que tal importante avanço possa ser concretizado em breve.


terça-feira, 10 de março de 2009

Resumos no ar!

Nesses últimos dois anos, nenhum assunto foi mais "quente" do que a questão do aquecimento global e das mudanças climáticas. E Copenhague é visto como o último desafio. É a chance final de estabelecer novas metas e compromissos para um próximo acordo climático global. Kyoto é parte do passado. Aviso: esse comitê não será para os fracos de coração. São seus delegados os responsáveis por traçar as linhas para o futuro... O Destino do PLANETA está em suas mãos. Pouca responsabilidade, não?


COP-15

Conferência de Mudanças Climáticas de Copenhague
Regime Pós-Quioto

Diretoras:
Lívia de Salles Paiva
Juliana Damazio Fernandes


Email: cop15@mirin-puc.com

Ao longo do último século, a temperatura média da Terra aumentou 0,7ºC. Se havia dúvidas acerca das causas desse aquecimento, hoje já se sabe que ele se deve, em grande parte, à ação humana. Embora as conseqüências das alterações no clima não sejam sentidas igualmente nas diversas regiões do globo, é fato que se a comunidade internacional não agir em conjunto, mais cedo ou mais tarde, todos seremos afetados. Ao mesmo tempo, os países têm diferentes responsabilidades históricas pelo fenômeno, segundo os volumes de suas emissões de gases poluentes ao longo dos anos e, por isso, é grande a polêmica sobre a adoção de metas obrigatórias ou não de redução de emissões.

Nas últimas Conferências das Partes (COP), a preocupação sobre como se configuraria o regime ambiental pós-Kyoto – já que o protocolo expira em 2012 – culminou na elaboração de um Mapa do Caminho que nos leva até a XV Conferência, a ser realizada em Copenhagen, em dezembro de 2009. Esta agenda enumera questões que precisam ser tratadas para que um novo tratado possa ser assinado neste encontro. Este seria o prazo máximo para um acordo, pois um novo instrumento de regulamentação ainda precisaria ser ratificado internamente por seus signatários para entrar em vigor.

Acontecimentos recentes que somam componentes a este quadro deverão ser levados em consideração nos próximos passos em direção à COP-15 e certamente “aquecerão” as discussões dos delegados durante a conferência. A crise financeira mundial compromete a disposição dos países em investir em novas tecnologias limpas; a crise alimentar cria um contra-argumento ao uso de biocombustíveis; a China, país em desenvolvimento, que no Protocolo de Kyoto não tem obrigações de reduzir suas emissões, ultrapassou os Estados Unidos e agora ocupa o primeiro lugar na lista de poluidores. Além disso, a eleição de Barack Obama nos Estados Unidos cria uma grande expectativa quanto à mudança de postura em políticas relacionadas ao tema.


Além da definição de novas metas de redução, que podem passar a comprometer todos os países, outros desafios precisarão de respostas. Como combater o desflorestamento, mitigar os efeitos das queimadas e, principalmente, como tornar os mecanismos de flexibilização estabelecidos em Kyoto – por exemplo, o mercado de créditos de carbono - mais eficientes, garantindo que atinjam a todos os países, também são pontos centrais e devem compor o novo tratado.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Resumos no ar!

O Conselho de Segurança. Mais conhecido por tratar questões de ameaça à Segurança e à Paz Internacional. Os delegados desse conselho tem (deixo aqui o meu protesto, eu gosto de têm, mas essa reforma ortográfica me obriga a escrever diferente) que ter o estômago forte e pensar rápido, as vidas de milhares estão em jogo. Nessas negociações, o resultado é incerto e nunca se sabe quando uma emergência pode mudar tudo.

Conselho de Segurança das Nações Unidas
A Questão de Mianmar

Diretores:
Vinícius Moura Ribeiro
Isabela Pellegrini Pires Fontanella

Diretor Assistente:
Guilherme Pereira

Email: csnu@mirin-puc.com


Mianmar tornou-se centro da atenção da comunidade internacional no final de 2007, quando manifestações de monges budistas – importantes figuras na sociedade do país – foram duramente reprimidos pela junta militar que governa o país. Não bastasse a truculência usada contra manifestantes, a resposta da junta ao devastador ciclone Nargis, em maio de 2008, causou protestos generalizados. Após o desastre natural, que deixou mais de um milhão de desabrigados e matou cerca de 150 mil habitantes, o governo de Mianmar negou a entrada de organizações de ajuda humanitária, e relatos informavam que poucas ou nenhumas medidas estavam sendo tomadas a fim de aliviar o sofrimento e estragos causados pelo ciclone.

Apesar dos eventos de 2007/2008 terem ressaltado a importância de a comunidade internacional voltar seus olhos para a Mianmar, a situação no país é alvo de críticas por organizações internacionais há muitos anos. Ex-colônia britânica, que comemorou 60 anos de independência em 2008, Mianmar – ou Birmânia, como algumas nações que não reconhecem a legitimidade da Junta ainda insistem em chamá-la -, passou 46 anos de sua história independente sob regime militar, um dos mais fechados e autoritários do mundo contemporâneo.

O país está situado numa das regiões mais dinâmicas e potencialmente mais turbulentas do mundo, pela rapidez das mudanças que atravessa: o Sudeste Asiático. Para além das alegadas violações de direitos humanos que ocorrem no país e a repressão pela junta governante, a repressão das minorias existentes no território de Mianmar vem causando atritos com países vizinhos como a Tailândia. Neste sentido, é imprescindível que o Conselho de Segurança das Nações Unidas atue de modo firme para evitar que a conturbada situação política do país se transforme em uma séria ameaça à paz e à estabilidade regional, envolvendo etnias e disputas políticas com seus vizinhos e prejudicando o caminho do desenvolvimento a ser desfrutado por esses países.


Nesta edição do MIRIN, convidamos os delegados do Conselho de Segurança a debruçarem-se com urgência sobre este tema de indiscutível relevância para a comunidade internacional, chamada a discutir as violações de direitos humanos ocorridas em Mianmar, a repressão política extremamente violenta contra opositores do regime militar, as restrições de liberdades individuais e a negligência da junta em relação à sua própria população. Os delegados do Conselho de Segurança serão convidados a debater questões como direito à intervenção, soberania, segurança humana e até a inovadora proposta de Responsabilidade de Proteger (R2P), a fim de aprovar uma resolução relevante quanto à instabilidade que emerge na região.


Fonte: www.mirin-puc.com

domingo, 8 de março de 2009

Resumos no ar!

O comitê mais legal, mais inovador, mais tudo... Ah, é, eu sou política externa... E acabei de levar esporro porque tenho que ser mais imparcial. Tudo bem! (ò.ó) O Comitê das ONGs vem como a grande inovação desse VI MIRIN, agora os delegados poderão saber como é atuar nos três setores concernentes às relações internacionais - o primeiro, como parte do governo; o segundo, como empresas; e no terceiro, em organizações da sociedade civil, em sua grande maioria, ONGs. E vai fazer isso, mostrando mais realísticamente, como essas ONGs trabalham e como elas, como os Estados têm que fazer escolhas quando se trata em estabelecer agendas.


Comitê de ONGs

Comitê de Organizações Não-Governamentais

Diretoras:
Alexandra de Sá Pereira Maciel Teixeira
Camila D’Elia Coelho

Diretora Assistente:
Sol Marques

Diretora de Política Externa:
Natasha Leite

Email: ongs@mirin-puc.com


Uma inovação neste VI MIRIN, o Comitê de Organizações Não-Governamentais surge com o intuito de permitir aos delegados participantes do modelo uma maior aproximação do que de fato ocorre em uma negociação internacional, toda sua complexidade, atores, temas, posicionamentos e estratégias.

Em um contexto internacional no qual os atores não estatais vêm adquirindo cada vez mais espaço e voz, não poderíamos deixar de destacar a importância das ONGs. Por possuírem participação ativa e, em muitos casos, fundamental nos debates dos diversos fóruns internacionais, são parte imprescindível das discussões dos demais comitês deste MIRIN.

As Organizações Não-Governamentais possuem uma ampla variedade de finalidades, estratégias e escopo de atuação. Algumas defendem um movimento; outras são criadas para o intercâmbio de informação e conhecimento; outras, ainda, prestam socorro ou tornam-se uma voz de denúncia que reclama valores, ações e idéias dos atores responsáveis.

Aos delegados desse comitê é dada a oportunidade de expressar o ponto de vista das organizações que representam trazendo expertise, informações e assim enriquecendo a simulação. As duplas de representantes de cada uma das nove ONGs representadas no MIRIN terão a oportunidade de atuar em diversos comitês, avançando a posição de suas organizações em temas variados. Ao retirar os delegados das ONGs de um único comitê e permitir que os mesmos atuem em diversos fóruns, pretendemos frisar a multiplicidade de temas abordados pelas ONGs, e esperamos dos delegados grande engajamento para que se mantenham a par dos diferentes temas debatidos nos comitês que estarão abertos à atuação das ONGs.


Ao destacar a participação da sociedade civil na política global, buscamos igualmente auxiliar na democratização do processo decisório dos demais comitês e no sucesso deste VI MIRIN.


sábado, 7 de março de 2009

Resumos no ar!

O segundo da lista é o Conselho Europeu. A pedida para os mais interessados em high politics, questões envolvendo o Oriente Médio e política de segurança européia. Ganha pontos também quem conseguir falar o nome da diretora Vanessa Eleutheriou rápido, três vezes.


CE

Conselho Europeu
A Problemática do Oriente Médio e a Revisão da PESD

Diretores:
Gabriel Antunes Ferreira de Almeida
Ana Letícia de Figueredo Sampaio

Diretora Assistente:
Vanessa Eleutheriou


Email: conselhoeuropeu@mirin-puc.com


O século XX foi marcado pela emergência de diversas questões de caráter global, cujas respostas não poderiam se dar apenas dentro de fronteiras nacionais mas necessitavam, antes, de cooperação internacional. Neste início de século XXI, tais problemáticas se mostram cada vez mais centrais para a comunidade de Estados e para seus cidadãos.

Portanto, é ideal que a União Européia, guiada pelos seus valores enraizados desde a criação da Comunidade Econômica Européia, encare tais desafios – como terrorismo, proliferação de armas de destruição em massa, crime organizado e refugiados – baseando-se em uma política externa comum que avance seu ponto de vista sem causar muitas animosidades dentro da própria instituição.

A Política Externa de Segurança e Defesa foi criada com o propósito de facilitar todo o aparato da política de segurança que já existia de forma tácita na União Européia. Hoje em dia, entretanto, a PESD ainda é considerada ineficaz, pois as limitações militares da UE e a incapacidade de se chegar a um consenso na política externa sobre determinados assuntos limitam a atuação dessa Organização no Sistema Internacional.

Ainda assim, a União Européia vem se mostrando ativa junto a instituições como OTAN, OSCE e ONU no que diz respeito à gestão de crises internacionais em várias regiões como Bálcãs, Cáucaso e Oriente Médio. Na próxima reunião do Conselho Europeu, que se dará em julho de 2009, os chefes de Estado dos 27 Estados-membros se encontrarão para, além de definir as novas diretrizes da PESD, discutir também a questão do Oriente Médio.


Esforçando-se ao máximo para satisfazer uma resolução para esta região, a agenda da reunião do CE se concentrará em problemas concretos como a crise no Iraque, refugiados palestinos na Síria e no Líbano e a questão de atores não-estatais que ameaçam a segurança da região, como as organizações terroristas. Sempre atentos ao desenrolar dessas crises e um passo à frente, os chefes-de-Estado junto à Comissão Européia são chamados a estar prontos e encontrar soluções, para que desse modo possam por em prática os verdadeiros interesses dessa Europa que se consolida cada vez mais como um ator internacional de grande relevância.


sexta-feira, 6 de março de 2009

Resumos no ar!

Indecision 09

Yeah, baby! Então vamos apresentar durante os próximos dias seus comitês favoritos, para os que ainda não se decidiram. Eles serão apresentados por ordem alfabética... Nada mais justo. O primeiro é o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados Histórico, o ACNURH para os mais chegados:


ACNURH

Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados
Repatriação dos Refugiados do Camboja (1992)

Diretoras:
Lara Azevedo Malheiros
Ana Carolina Vieira de Oliveira

Diretora Assistente:
Lídia Lima

Email: acnurh@mirin-puc.com

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNURH) voltará ao ano de 1992 para discutir os desdobramentos de um dos maiores massacres populacionais da história. Após um período extenso de instabilidade política e hostilidades, os Acordos de Paris estabelecem o mandato de uma operação internacional para a reconstrução ampla da infra-estrutura, aparato governamental e economia do Camboja.

O primeiro passo em direção ao novo momento consiste na volta dos milhares de cambojanos que, fugindo das hostilidades, se refugiaram na fronteira com o país vizinho, a Tailândia. Dentro do escopo da Autoridade de Transição das Nações Unidas para o Camboja (UNTAC), o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados está encarregado de repatriar os cambojanos a tempo das eleições, de forma a garantir que a vontade da população do país seja exercida nos moldes de sua nova democracia.

Tal tarefa, no entanto não será fácil. O ACNUR enfrentará uma série de obstáculos em sua missão desde os problemas de infra-estrutura de um país que passou anos em guerra civil a possíveis empecilhos advindos de disputas políticas entre as facções remanescentes, como o Khmer Rouge – grupo acusado de massacres brutais durante sua estada no poder, na década de 1970-, as forças do príncipe Sihanouk e os partidários do antigo Primeiro Ministro Hun Sen. A volta de refugiados para determinadas áreas poderá trazer desequilíbrio de forças entre estas facções, e o ACNUR terá de lidar com este delicado equilíbrio.


Frente a este cenário, os delegados do ACNUR enfrentarão uma série de desafios e questões polêmicas, lutando contra o tempo para alcançar o árduo objetivo do Alto Comissariado.


Fonte: http://www.mirin-puc.com/