Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Pequeno Mundo: Finlândia

A paisagem finlandesa é uma variação de temas de floresta e água. Cada região tem sua característica única. Da mata de Lapland aos lagos do Leste e os arquipélados do Sul-Oeste. A Finlândia é cheia de contrastes interessantes como o sol da meia-noite.



Você Sabia que a Finlândia tem...

5.3 milhões de pessoas (17h/km² )
1.8 milhões de saunas (aprox 500 são as saunas tradicionais de vapor)

180.000 ilhas
230.000 renas
100.000 salmões
(sim, o peixe)
188.000 lagos (o que representa 10% do território)
465.000 chalés 35 parques nacionais
5.2 milhões de celulares (porque a Nokia é uma marca finlandesa) e...
1 Papai Noel!!!


Um dos muitos milhares de lagos da Finlândia

O país desenvolveu uma economia moderna e competitiva, sendo líder mundial no setor de telecomunicações. As exportações são constituídas principalmente por equipamentos de telecomunicações e produtos do setor metalomecânicos, papel, pasta de papel e madeira, artefatos de vidro, aço inoxidável e cerâmica.

A beleza natural do extremo norte inspirou muitos artistas, nomeadamente o compositor Jean Sibelius e o designer Alvar Aalto.

A cozinha finlandesa sofreu influência continental, russa e sueca. Entre os pratos tradicionais contam-se pratos de peixe (especialmente ovas de salmão e rodovalho) e a carne de rena. Vale a pena provar os pastéis da Carélia (karjalanpiirakka) feitos de batata ou de arroz e o peixe e carne gorda de porco em crosta de pão de centeio (kalakukko).

Fonte: visitfinland.com


quinta-feira, 19 de junho de 2008

Pequeno Mundo: Bolívia




Departamentos
* La Paz
* Pando
* Beni
* Santa Cruz
* Cochabamba
* Oruro
* Chuquisaca
* Potosí
* Tarija

Cidades
* La Paz
* Copacabana
* Santa Cruz de la Sierra
* Oruro
* Potosí
* Cochabamba
* Sucre

Outros destinos

* Tiahuanaco, importante sítio arqueológico, próximo a La Paz
* Lago Titicaca, na fronteira com o Peru
* Salar de Uyuni, no Departamento de Potosí, próximo ao Deserto de Atacama

Entenda

Cultura

* A população é predominantemente indígena ou de origem indígena, o que faz da Bolívia um país multicultural. Fora das maiores cidades, é comum não se entender espanhol.

* O povo boliviano é bem receptivo. Quem vai ao país tem que mascar folha de coca e beber chicha; lembrando que a folha de coca é sagrada, receba sempre com as duas mãos.

Clima

O país tem uma variedade de climas, os quais vão desde o tropical amazônico até a tundra ártica.

Eletricidade

A Bolívia usa 220 volts AC, 50Hz.

Em La Paz também se utiliza 110 volts em alguns lugares.

Cidadãos brasileiros precisam apenas apresentar cédula de identidade para entrar no país, para uma permanência de até 90 dias. O documento deve estar em ótimo estado de conservação. Talvez seja necessária vacina contra febre amarela, com 10 dias de antecedência da viagem.

De avião

As empresas Aerosur e a Lloyd Aereo Boliviano ligam São Paulo à La Paz, no aeroporto Intl. John F. Kennedy; a TAM e a GOL à cidade de Santa Cruz de la Sierra, no Aeroporto Internacional Viru Viru. Cochabamba conta com o Aeroporto Internacional Jorge Wilstermann.

Taxa aeroportuária para deixar o país: US$25.

De barco

* Há barcos vindos do Peru pelo Lago Titicaca

* Do Brasil e Paraguai, pelo Pantanal
* Do Brasil, pela Amazônia, há barcos cruzando a fronteira

De carro

* Do Brasil, por Corumbá, Cáceres, Guajará-Mirim, Brasiléia e Epitaciolândia

* Do Peru, por Puno e Tacna
* Do Chile, por Arica e por Calama
* Da Argentina, por La Quiaca, Tartagal e San Ramón de Nueva Orán
* Do Paraguai, por Gen. Eugenio A. Guaray

De ônibus

* Há ônibus saindo de várias capitais brasileiras para Puerto Suarez. De Corumbá a Santa Cruz de la Sierra são 700 km, percorridos em 12h. De Manaus a Guayaramerin (via Porto Velho), são 1250 km, em 30h.

* De São Paulo há também uma linha, pelo menos em teoria, para Riberalta. o Em La Paz chegam as seguintes linhas internacionais:
* De Puno, no Peru, 300 km, de 8 a 10 horas, dependendo do trajeto. O mais curto é por Copacabana. * De Arica, no Chile, de 430 a 500 km, de 14 a 18h, dependendo do trajeto. O mais curto é por Tacna. De Calama, também no Chile, a 780 km, 26h.

* De La Quiaca, na Argentina, 1042 km, 30h. De trem

* Do Brasil, o trem que partia de São Paulo com destino à Corumbá foi suprimido, restando ainda a linha do lado boliviano, ligando Quijarro/Puerto Suarez a Santa Cruz de la Sierra

* Da Argentina, aconteceu algo semelhante com as duas conexões com o país, sendo operantes agora apenas dentro da Bolívia: a que parte de Villazón em direção à Uyuni e Oruro, bem como a de Yacuíba à Santa Cruz

* Do Chile, ligando a cidade de Calama a Uyuni Circular

De avião

As capitais dos departamentos têm aeroportos e recebem vôos domésticos regularmente.

De barco

* Na Amazônia, o transporte fluvial é usado

* Há inúmeros passeios de barco no Lago Titicaca

Ônibus As linhas de ônibus do país são geralmente precárias, com ônibus velhos. No entanto, a frota vem pouco a pouco se modernizando, bem como as estradas.

De trem

Diversas linhas foram suprimidas, restando as seguintes Quijarro/Puerto Suarez-Santa Cruz de la Sierra, Oruro-Uyuni-Villazón, Potosí-Sucre, Cochabamba-Higuerani, Cochabamba-Aiquile e Santa Cruz de la Sierra-Yacuíba.

A linha internacional Calama (Chile)-Uyuni tem um trecho doméstico.

Fale

* Espanhol, quechua e aymara e línguas de grupos étnicos minoritários, tais como Ayoreo, Aruak, Chiriguano ou Mojo *

Portunhol, facilmente compreendido nas grandes cidades e usado na região de fronteira com o Brasil.

Compre
* Artesanato
* Tecidos e roupas de algodão e de lã
Os preços são relativamente baratos.

Coma

* Pratos feitos à base de truta e peixe-rei, no Altiplano
* Empanadas de queso
* Chuño: Batata desidratada utilizada na confecção de vários pratos, inclusive sopa
* Salteña: Tipo de um pastel assado em alta temperatura com recheio bem molhado de frango ou carne de boi. Muito saboroso. Costuma ser servido depois do café da manhã e antes do almoço
* Chicharón: Carne de porco temperada frita
* Quinua: com alto valor proteico, serve de base, no lugar de arroz, e até mesmo para deliciosas sopas

Beba e saia

* É muito comum uma bebida chamada chicha (ou chichita), um fermentado feito à base de milho

* A cerveja Paceña é muito saborosa

* Muito saborosa ainda é uma bebida destilada feita de uvas, chamada singani. As marcas mais famosas são San Pedro e Casa Real. É uma cachaça feita de uva moscatel.


Aprenda

* Espanhol, quechua e aymara
* Cultura dos incas e dos aymaras

Arquivos que contém material sobre a Bolívia em alguns segmentos da cultura. Eles estão listados a seguir:

1. HINO DA BOLÍVIA (em mp3). Pode ser baixado em: www.ccbparana.org.br/musica/hinoBolivia.mp3 1.4MB

2. FOTO OFICIAL DO PRESIDENTE EVO MORALES AYMA
3. MÚSICA BOLIVIANA (em mp3). Pode ser baixado em: www.ccbparana.org.br/musica/musicabol.zip (arquivo compactado) 14,7 मब

4. DANÇAS BOLIVIANAS (documento c/ imagens). Pode ser baixado em: www.ccbparana.org.br/download/dancasbol.doc ;

5. ARTESANATO (imagens). Pode ser baixado em: www.ccbparana.org.br/download/artesanato.zip (arquivo compactado)

6. IMAGENS DA BOLÍVIA (Turismo). Pode ser baixado em: www.ccbparana.org.br/download/bol_imag.zip (arquivo compactado) 5.3MB

Pequeno Mundo: Irlanda (U2, Oscar Wilde, duendes e trevos da sorte)

* Em agradecimento a Lúcia Speed, do Consulado Irlandês, pela quantidade generosa de informações enviadas.


O país ocupa a maior parte da pequena ilha ao lado da Inglaterra: está a cerca de 80 quilômetros da costa oeste britânica. Apesar de ter sido esquecida pelos brasileiros por muito tempo (que não iam além das terras inglesas), atualmente, a Irlanda é um dos destinos que despontam, principalmente quando o assunto é curso de idioma.



Aqui, o inglês e o irlandês convivem lado a lado - os letreiros e placas das cidades apresentam as versões nos dois idiomas. A capital, Dublin, também tem seu nome irlandês, Baile Átha Cliath. Mas o idioma de Shakespeare é falado perfeitamente no dia-a-dia das cidades, desde que foi adotado oficialmente no século 16. É em inglês, aliás, que estão escritas obras internacionalmente reconhecidas, como Ulisses, de James Joyce, considerada por especialistas o texto mais importante do século 20. E a lista é longa: Oscar Wilde, Samuel Beckett, e, na música, U2, Sinead OConnor e The Cranberries.

O tempo chuvoso e com vento, característico da ilha, é uma boa desculpa para se abrigar em um dos inúmeros pubs, e provar a cerveja que é marca irlandesa: a Guinness.


DADOS GERAIS
Capital: Dublin (1 milhão de habitantes)
Principais cidades: Cork, Limerick, Galway
Moeda: euro
População: 3,8 milhões
Área: 70.284 km2
Idioma: inglês e irlandês

Consulado-geral honorário da Irlanda em SP
Av. Paulista, 2.006, 5º andar, conj. 514
CEP 01310-200, São Paulo, SP
Tel.: (11) 3287-6362 - Fax: (11) 3842-0587

Embaixada do Brasil em Dublin
Harcourt Centre - Europa House, 5 th Floor - 41-54
Harcourt Street - Dublin 2 - IRELAND
Tels.: (3531) 475-6000/1338/1339/6870 - Fax: (3531) 475-1341
irlbra@iol.ie
Temperatura: de 1 a 7ºC no inverno (Janeiro) e de 15 a 20ºC no verão (julho)
Moeda: euro
Comércio: das 9h às 18h
Bancos: das 10h às 15h
Embaixada do Brasil: (3531) 475-6000

HISTÓRIA

A localização da Irlanda e sua proximidade com a Grã-Bretanha modelou em grande medida sua história.

Como uma ilha do oeste da Europa continental, a Irlanda, a qual ficou desabitada por quase 7000 anos, viveu grande número de invasões e incursões, resultando em uma rica mistura de tradições e ancestralidade. Os primeiros colonizadores, a maioria de caçadores britânicos, trouxeram com eles a cultura Mesolítica. Foram sucedidos por volta de 3000 A.C. por fazendeiros que criavam animais e cultivavam o solo. Após estes colonizadores neolíticos, por volta de 2000 A.C. vieram os exploradores e trabalhadores com metal.

Por volta do século seis A.C. ondas de invasores celtas da Europa começaram a chegar ao país. Enquanto a Irlanda nunca havia sido politizada pelos Celtas, eles de fato geraram uma unidade cultural e linguística.

A introdução do Cristianismo no século cinco é tradicionalmente creditada a São Patrício, embora haja evidência de que existiam cristãos antes de sua chegada. A Irlanda nunca experimentou as invasões bárbaras do início do período medieval e, como resultado, os séculos seis e sete viram o florescimento da arte irlandesa, aprendizado e concentração cultural dos monastérios irlandeses. Os monges irlandeses estabeleceram centros de aprendizado e Cristianismo em mutas partes da Europa no período anterior a 800 A.D.

Durante os séculos nove e dez, a Irlanda era atacada repentinamente com frequência pelos Vikings. Eles eram também negociadores e fizeram muito para desenvolver a vida na cidade de Dublin, Cork e Waterford. Seguindo a derrota dos Vikings por Brian Boru, o Alto Reinado da Irlanda em Clontarf 1014, o Viking influenciou no enfraquecimento da irlanda.

No século doze, tal progresso como havia sido feito na direção da criação de um Estado centralizado sob um Alto Reinado solitário foi desmoronado com a chegada dos normandos, que haviam primeiramente colonizado a Inglaterra e o País de Gales. Os normandos rapidamente começaram a controlar grandes partes da Irlanda, as quais mais tarde ficaram subordinadas a autoridade política do Rei da Inglaterra.

Pelos próximos quatrocentos anos os normandos foram uma influente presença na Irlanda. Contudo, muitas áreas do país permaneceram nas mãos irlandesas, e, no começo do século dessezeis, havia sido espalhado pela Inglaterra o medo de que a influência inglesa estava correndo o risco de sofrer um colapso, tanto como resultado das incurssões gaélicas quanto devido a Gaelecizão progressiva dos colonos normandos. A mudança religiosa neste momento teve um grande impacto na Irlanda.

Os descendentes dos colonos normandos na Irlanda, que vieram a ser chamados de Inglêses Antigos, foram, largamente inimigos da Reforma Protestante que levou ao estabelecimento da Igreja da Irlanda. Além do mais, a importância central estratégica da Irlanda, de uma ilha próxima tanto do continente europeu quanto do Britânico, e consequentemente uma possível base para os rebeldes ingleses ou inimigos estrangeiros, deu as relações irlandesas uma relevância na Inglaterra que eles nunca tiveram durante séculos.

Seguindo uma série de revoltas na Irlanda – as quais cresceram largamente em resposta as diferenças religiosas e a política da coroa inglesa de introduzir novos colonizadores britânicos – a resistência gaélica foi abatida e em 1603, o último lugar gaélico seguro, Ulster, passou ao controle da coroa.

O século dezessete testemunhou a luta pela supremacia que foi, após inúmeras vazantes e inchentes no decorrer do período, finalmente colonizou nas Batalhas de Boyne (1690) e Aughrim (1691). O Inglês Antigo e o Irlandês Gaélico, ambos largamente na religião católica, foram oprimidos e muitos de seus líderes seguidores (“Os Gansos Selvagens”) deixaram a Irlanda para seguir as carreiras militares, religiosas ou comerciais. Os Protestantes da Igreja Estabelecida monopolizaram o poder político e a propriedade da terra, e em questão de tempo eles iriam se ver como a Nação Irlandesa.

No século dezoito, houve muito desenvolvimento econômico. A indústria de linho floresceu, particularmente em Ulter, e lã, carne vermelha, de porco e manteira irlandesas eram exportações importantes. A tradição parlamentar irlandesa se desenvolveu embora excluindo os católicos e era subordinata ao Parlamento Westminster. A emigração irlandesa sustentada iniciada no século dezoito, como milhares de Presbiterianos de Ulster e, em menor escala, aos católicos que partiram para o Novo Mundo.

A crescente disputa entre a Grã-Bretanha e suas colônias na América do Norte de 1760 ajudou a criar uma tradição de um patriotismo radical que estava ultimamente, sob o impacto da Revolução Francesa, de produzir a Sociedade das Nações Irlandesas. Em 1798 a Nação Irlandesa foi palco de uma insurreição na Irlanda, com o objetivo de estabelecer a república independente irlandesa. A rebelião foi esmagada e o Ato da União de 1800 criou a total União parlamentar entre Grã-Bretanha e Irlanda.

Nesta época, contudo, Grã-Bretanha e Irlanda estavam se separando, especialmente em termos econômicos e demográficos.

Como a Grã-Bretanha se industrialisou e urbanizou, a Irlanda, fora de Ulster, de fato desindustrializou, com o volume de seu rápido crescimento populacional se tornando cada vez mais dependente da batata para sustento. No final da década de 1840, como resultado do fracasso da venda por atacado das plantações de batata durante sucessivos anos (1846-56) a população tinha caído para um quarto (de 8 milhões para 6 milhões), e iria diminuir mais uma vez que a emigração tinha se tornado uma característica dominante da sociedade irlandesa.

Na política, o século dezenove foi dominado por uma sucessão de esforços para reformar ou refazer a União entre a Grã-Bretanha e Irlanda. A Grande Fome teve um enorme impacto político: a Grã-Bretanha permaneceu culpada no consciente popular. Algumas formas de auto-governo eram agora procuradas pela maioria dos eleitores irlandeses. O Senhorio irlandês também, ficou sob pressão econômica e política nas décadas posteriores a Grande Fome. Por volta do início do século vinte, após a agitação agrária sustentada, a legislação estava no papel de induzir os Senhores irlandeses a venderem as terras aos seus tenentes com o oferecimento de empréstimos aos tenentes para comprarem suas propriedades rurais.

O problema do auto-governo, ou “Regra da Casa” não foi, contudo, colonizada: tentativas feitas por Daniel O’Connel e Isaac Butt em 1840 e 1870 deram poucos resultados, porém sob a liderança de Charles Stewart Parnell nos anos de 1880, o Partido Parlamentar Irlandês colocou a questão irlandesa no centro da política britânica. Em 1886, o Partido Liberal sob o comando de WE Glastone deu suporte a uma forma limitada de auto-governo para a Irlanda.

“Unionists” na Irlanda, que eram predominantemente Protestantes, e eram a maioria na província de Ulster, foram estimulados a ação pela perspectiva da Regra da Casa. Junto com seus cidadãos na Inglaterra os quais feriram aquela Regra da Casa, para a Irlanda deveria levar a queda do Império, os “Unionists” se juntaram para previnir a outorga da Regra da Casa.

Em uma atmosfera crescentemente militarisada, exércitos privados paramilitares ( A Força Voluntária de Ulster e os Voluntários Irlandeses) marcharam e se exercitaram, e os inimigos só foram desviados por ocasião da deflagração da Primeira Guerra Mundial e o consequente adiamento da Regra da Casa. A guerra mudou tudo: na Páscoa de 1916 a República foi declarada em Dublin e uma insurreição armada aconteceu. Esta revolta, que inicialmente teve pouco apoio público, foi suprimida por seus apoiadores, revertida pela reação do público quando seus líderes foram executados, foi bem sucedida na Eleição Geral em 1918, quando varreram para longe o Partido Parlamentar Irlandês que lutou pela Regra da Casa.

Sinn Féinn (Nós Mesmos), os vencedores da eleição, se recusaram a assumir suas cadeiras em Westminster e organizaram o Parlamento em Dublin em 1919. A guerra pela independência nacional foi perseguida e, naquela ocasião um acordo Anglo-irlandês foi concluído em 1921, seis países no nordeste de Ulster receberam seu próprio parlamento da Irlanda do Norte. Como resultado do acordo, os últimos vinte e seis países formaram o Estado Irlandês Livre. O estabelecimento do Estado Livre foi seguido por uma curta Guerra Civil entre aqueles que aceitaram o acordo e aqueles que queriam adiar a república. Apesar de sua brevidade, a Guerra Civil serviu para caracterizar as atitudes e determinar alianças políticas durante décadas.

O primeiro governo do novo Estado foi dirigido por W.T. Cosgrave de Cumann na nGaedheal, mais tarde conhecido como partido Fine Gael. De 1930 até ao anos 1970 o paritdo Fianna Fail, fundado por Eamon de Valera, dominou a política irlandesa. Construída em uma progressiva diminuição dos elos constitucionais entre Grã-Bretanha e Irlanda, uma nova constituição foi introduzida em 1937 e a Irlanda permaneceu neutra durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1948, o Ato da República da Irlanda agravou o último elo constitucional com a Grã-Bretanha. A Irlanda foi admitida nas Nações Unidas em 1955. A participação da Irlanda desde 1973, do que agora é a União Européia teve efeitos profundos. Os anos deste espaço de tempo presenciaram profundas mudanças econômicas, sociais e culturais na Irlanda.

TERRA E POVO

A Irlanda tem uma população de 3.917.203, sendo que em sua capital, Dublin, a população é de 1.122.821 de pessoas.

O país desfruta de um clima relativamente suave com temperatura média variando de 7 graus Celsius em janeiro a 19 graus em julho.

A Irlanda tem uma média mensal de chuva entre 2 e 3 polegadas com uma média de horas diárias de sol variando entre 2 horas em dezembro até 6 horas em junho.

A área total to país é de 84,412 km² com uma extensão total do litoral de 3.172 km².

A maior montanha da Irlanda é Carrantouhill, Co. Kerry com 1041 m, o maior Rio com 340 km e o maior lago, Lough Neagh com 396 km².

Os parques nacionais irlandeses são o lar de alguns dos singulares cenários no país enquanto existem terras pantanosas nas montanhas e baixadas e são um dos mais distintos habitats naturais do país.

A bio-diversidade da vida selvagem é naturalmente baixa devido ao isolamento do continente europeu muitas espécies do continente não existem. Muitos outros animais e plantas comuns foram, de fato, introduzidos por colonizadores humanos.

A profissão religiosa livre é garantida a todos os cidadãos pela Constitução Irlandesa. A religião declarada da maioria das pessoas na Irlanda é a fé Católica Romana.

A Língua irlandesa se desenvolveu a partir dos imigrantes Celtas por volta de 600 A.C. A língua sobreviveu a introdução da diversidade linguística tanto da invasão dos Vikings quanto dos Normandos durante os séculos.

Os primeiros a trazerem a língua inglesa para a Irlanda foram os Normandos. Embora o inglês demorou a ser estabelecido na Irlanda eventualmente se tornou a linguagem usada em todos os negócios legais e administrativos. O irlandês ficou associado a classes pobres, e gradualmente o inglês foi adotado em geral como o vernáculo dos últimos anos do século dezoito em diante.

História

7000 A.C. Os primeiros colonizadores conhecidos viajaram da Grã-Bretanha para a Irlanda. Por volta de 3000 a.C. pessoas da Idade da Pedra ou período Neolítico chegaram e seus monumentos de pedra ainda podem ser vistos pontuados em toda a paisagem irlandesa de hoje. Por volta de 2000 a.C. os primeiros trabalhadores de metal da Idade de Bronze chegaram.


432 d.C. São Patrício chegou para ajudar a converter os Reis Gaélicos pagãos ao Cristianismo e seus seguidores disseminaram a nova religião por todo o país. O século seguinte viu os missionários irlandeses começarem a disseminar o Cristinismo por toda a Europa.

800 d.C. Ano que ocorreu o primeiro ataque repentino dos Vikings a Irlanda. Normalmente poucos em número, eles saqueavam monastérios e cidades. Por volta de 914 d.C. os Vikings começaram a passar todo o inverno na Irlanda e tomaram cidades próximas a costa sul. Eles negociavam, casavam-se dentro do grupo e lutavam com o irlandês gaélico.

1014 d.C. Na Batalha de Clontarf Brian Boru, o Alto Rei da Irlanda um exército de Vikings e Homens de Leinster mas é morto.

1541 d.C. Henry VIII se declara Rei da Irlanda, o primeiro Monarca Irlandês desde então. A primeira colonização de pessoas inglesas na Irlanda ocorreu logo em seguida.

1595 d.C. O começo da Guerra dos Nove Anos com Hugh O’Neill, o Conde dos rebeldes de Tyrone. O’Neill e seus cidadãos foram abatidos consideravelmente na Batalha de Kinsale em 1601.

1782 d.C. Ao Parlamento Irlandês é concedida a independência pela Inglaterra e algumas Leis Penais contra os católicos são abolidas.

1823 d.C. A Associação Católica é fundada por Daniel O’Connel e por volta de 1829 a emancipação católica é aprovada removendo virtualmente todas as restrições cabidas ao Catolicismo.


ARTE E CULTURA

A cultura irlandesa retém muitas das características das origens antigas Celtas enquanto refletimos também sobre as influências de outras tradições e marcas.

A LíNGUA IRLANDESA

Irlandês, a primeira língua oficial do Estado, é parte da família Celta das linguagens, e é muito próximo do escocês gaélico, Welsh and Breton. A maioria das pessoas falavam irlandês ate o início do século dezenove, porém em torno de 1891 mais de 85% falavam apenas inglês. As últimas estatísticas mostram que 35% dos adultos se descrevem como conhecedores do irlandês. Este aumento é devido a uma recuperação cultural nacional e também a criação do estado irlandês independente no início do século vinte. A língua irlandesa irá se tornar uma das línguas oficiais da União Européia em 1º de Janeiro de 2007.

LITERATURA EM INGLÊS

Enquanto a língua inglesa chegou a Irlanda durante a Idade Média, o primeiro florescimento da literatura Inglesa na Irlanda se deu no século dezoito. Dentre os primeiros escritores Anglo-irlandeses a alcançar o sucesso literário estavam o sátiro Jonathan Swift (1667-1745), autor de As Viagens de Gulliver (1726), o pensador político Edmund Burke (1729-97), e os dramaturgos Oliver Goldsmith (1728-74) e Richard Brinsley Sheridan (1751-1816).

No final do século dezenove, Oscar Wilde (1854-1900) e Gerge Bernard Shaw (1856-1950) produziram a maior obra dramático. Shaw ganhou o Prêmio Nobel em 1925.

O aumento do interesse na antiga cultura Celta na Irlanda influenciou escritores irlandeses, mais significantemente a William Butler Yeats (1865-1939), cujo trabalho inspirou a renassença moderna na escrita irlandesa. Yeats recebeu o Prêmio Nobel em 1923.

James Joyce (1882-1941) deixou a Irlanda no início do século vinte e passou a maior parte do resto de sua vida na Europa, sendo pioneiro de um novo estilo de prosa fictícia. Sua novela enciclopédica, Ulysses (1922), enxerta o estilo de rua de sua cidade natal na trama da Odisséia de Homer e crônicas de um único dia na vida de seu principal personagem, Leopold Blomm, sua esposa Molly e Stephen Daedalus.

Outro exilado de Dublin em Paris, Samuel Beckett (1906-89), escreveu de forma minimalista, geralmente em Francês. Sua peça, “Waiting for Godot” (1953), se tornou um clássico do século vinte. Beckett recebeu o Prêmio Nobel em 1969.

A geração de poetas depois de Yeats incluiu talentos muito diferentes em Patrick Kavanagh (1904-67) e Louis MacNEice (1907-19630. Seamus Heaney (b.1939) desenhou inicialmente baseado na obra de Kavanagh, mas sua visão do poder da poesia redendora lhe rendeu o Prêmio Nobel em 1994.

Na ficção, mulheres como Somerville e Ross (1858-1949; 1862-1915), Elizabeth Bowen (1899-1973) e Molly Keane (1904-1996) nasceram no mundo decadente da aristocracia Anglo-irlandesa enquanto Jennifer Johnston (b.1930) e John Banville (b.1945) usaram este como contexto para suas novelas.

A vida da classe média serviu de novo tema aos escritores a começar por Kate O’Brien (1897-1974) e mais recentemente Julia O’Faolain (b.1932), Colm Toibin (b.1955) e Deirdre Madden (b.1960). Escrevendo sobre a vida de pequenas cidades, Pat McCabe (b.1955) sustenta a duradoura nota do humor negro na escrita irlandesa.

ARTE

A primeira manifestação da arte irlandesa é encontrada em gravuras de monumentos megalíticos datados de 2500-2000 A.C. A arte Celta predominou no início dos tempos históricos e alcançou o seu topo nos manuscritos iluministas, do Livro de Durrow e Livro de Kells. Enquanto os padrões Celtas básicos permanecem, influências européias são vistas em trabalhos executados após o século nove. Estes incluem padrões Vikings, Romanescos e Góticos. A grande pedra com altas cruzes foram uma criação irlandesa distintiva, o exemplo mais conhecido do que veio dos séculos nove e dez.

A partir do meio do século dezessete, artes decorativas, influenciadas pelas marcas contemporâneas européias, florescerem em conjunção com a construção em larga escala da época. Por volta do início do século dezenove, o neo-classicismo, romantismo e o tardio naturalismo foram as forças dominantes na pintura, substituiídos mais tarde naquele s’euclo pelo impressionismo. Nathaniel Hone (1831-1917), Walter sborne (1859-1903), John Lavery (1856-1941), Willian Leech (1881-1968), John Butler Yeats (1839) e William Orpen (1878-1931) são as maiores figuras desta era, mas a tradição do século vinte é dominada pelo individualismo de Jack B. Yeats (1871-1957), irmão do poeta William Butler Yeats.

O Modernismo foi explorado primeiramente pelos pintores Evie Hone (1894-1955) e Mainie Jellett (1897-1944). Um fórum para o novo movimento foi montado pela Exibição Irlandesa das Artes Vivas, fundada em 1943, da qual emergiu uma geração de artistas irlandeses cujos trabalhos refletiram padrões internacionais. Estre estes artistas se encontravam Louis Le Brocquy, Patrick Scott, Michael Farrel e Robert Ballagh. Fora deste movimento mas alinhado a ele estavam Patrick Collins, Tony O’Malley, Camille Souter e Barriel Cooke.

ARQUITETURA

As primeiras construções que sobreviveram no interior irlandês são os fortes circulares, muitos dos quais são posteriores a introdução do Cristianimos no século cinco. A arquitetura Hiberno-Romanesca se estabeleceu no século doze e foi substituída pelo Gótico irlandês, que alcançou seu apogeu no século quinze.

A introdução do Classicismo seguiu a Guerra Cromwelliana. As cidades de Dublin, Cork, Limerick, Kilkenny e Armagh todas carregam a marca do Geórgico século dezoito.

A Renovação Gótica influenciou o estilo de muitas das igrejas e construções públicas erguidas no século dezenove.

O século vinte testemunhou a rápida expansão dos municípios e principais cidades da Irlanda. Atualmente os arquitetos irlandeses estão trabalhando para encontrar a necessidade para facilidades comerciais e comunitárias e ao mesmo tempo preservar o meio ambiente. Os anos 90 presenciaram uma nova ênfase em urbanismo e contexto como visto na regeneração do Bar Templo em Dublin.

MÚSICA

A música sempre foi importante na vida cultural irlandesa. A música nativa da Irlanda medieval foi transmitida oralmente de geração a geração. A harpa e a pequena harpa eram os principais instrumentos musicais. Hoje, a música tradicional irlandesa é tocada na harpa, bodhrán, gaita de foles, violino e acordeão.

Danças incluem gingas, dança rápida e jogos. Recentemente, tem havido grande demanda por shows como Riverdance por todo o mundo.

No século vinte, a música tradicional irlandesa inspirou muitos compositores modernos como Sean O’Riada 91931-71), A. J. Potter (1918-1980), Brian Boydell, Seoirse Bodley, Shaun Davey e Micheal O’Suilleabháin, para nomear apenas alguns. A música tradicional irlandesa tem passado por inúmeras atualizações nos últimos anos e agora é popular em muitos países através da influência de diversos grupos como The Dubliners, Clannad, The Chieftains, De Dannan e Altan. Grupos como estes têm conseguido tocar a música tradicional em um contexto moderno sem comprometer sua eterna integridade e essência.

A fusão da música irlandesa tradicional com o rock, música mundial com popular tem ganhado considerável aclamação.

No campo de música popular, artistas Irlandeses como Van Morrisson, U2, Sinead O’Connor, Enya, Boyzone, Cranberries, Therapy, ASH e The Corrs, desfrutram de reconhemcimento internacional.

ESPORTE

Os esportes mais populares na Irlanda são os tradicionais, futebol gaélico, arremesso e camogie, praticados em quase exclusivamente na Irlanda. Jogos nos campeonatos All-Ireland e de Futebol atraem grandes audiências no decorrer do verão culminando nas finais, destaque do ano esportivo da Irlanda, que acontecem em Dublin em Setembro.

No futebol, a Irlanda se qualificou para as finais da Copa do Mundo de 1990, 1994 e 2002. O time under-20 ficou em terceiro lugar no campeonato mundial de 1997 enquanto o Under-16 e Under-18 ganharam o título europeu em 1998.

Nos últimos anos, as personalidades do esporte irlandês atingiram reconhecimento internacional. A atleta, Sonia O’Sullivan, venceu o Campeonato Mundial Cross-Country em 1998, enquanto Caitriona MacKiernan se classificou como líder mundial dentre as corredoras de maratona. A jovem velocista, Emily Maher, recebeu duas medalhas de ouro na inaugural Olimpíada Juvenil em Moscou.

Paul McGinley e Padraig Harrington venceram a Copa do Mundo de golf em 1997. Outros esportistas bem sucedidos incluem os golfistas Philip Walton e Darrenn Clarke, e os remadores Neville Maxwell e Anthony O’Connor.

A Irlanda tem forte reconhecimento em esporte de campo como caça, tiro e pesca, e eventos equestres, salto e corrida de cavalos. O Show do Cavalo de Dublin ocorre no mês de agosto. Na corrida de cavalo, Charlie Swan, Tony McCoy, Adrian Maguire e Michael Kinnane são jóqueis líderes. A maior corrida horizontal no calendário de corridas, a Derby Irlandesa, ocorre na corrida Curragh em Julho. Na corrida de cavalos com obstáculos, o Grand irlandês nacional acontece anualmente no Fairyhouse. Em esportes motorizados, eddie Irvine pilota nas corridas de Fórmula 1. Wayne McCullough, Stephen Collins e Michael Carruth são boxeadores mundiais.



Você sabia… Fatos chave sobre a Irlanda e seu povo?

A Irlanda tem sido membro da União Européia desde 1973.

Área terrestre total da Irlanda: 70,280 km², fazendo da Irlanda o 120º maior país do mundo.

Países próximos em tamanho:
• República Tcheca (78.866 km²)
• Panamá (78.200 km²)
• Serra Leoa (78.200 km²)
• Geórgia (69.700 km²)
• Sri Lanka (65.610 km²)
• Lituânia (65.200 km²)
• Letônia (64.589 km²)
Proporção de terra usada para agricultura: 5 milhões de hectares de aproximadamente 7 milhões de hectares.
Fonte: Escritório Central de Estatísticas (Central Statistics Office) www.cso.ie
Temperatura media anual na Irlanda: em torno de 9°C.
Fonte: http://www.weather.ie/climate/
Número médio de dias com mais de 1mm de chuva no ano na Irlanda: em torno de 150 dias pela costa leste e sudeste, em torno de 225 em partes do oeste.
Fonte: http://www.weather.ie/climate/rainfall.asp
Média de horas de sol na Irlanda por ano: 1,400 a 1,700.
O céu irlandês é completamente coberto por nuvens em metade do tempo. Em comparação com o leste do deserto do Saara – o lugar mais ensolarado do mundo – chega a uma média de 4300 horas por ano.
Fonte: http://www.weather.ie/climate/sunshine.asp
Principais cidades:
• Dublin (1.122.821pessoas)
• Belfast (274.114)
• Cork (447.829)
• Limerick (175.304)
• Galway (209.077)
População total da Irlanda: Em setembro de 2005 a população era de mais de 4,130,000
O país apresenta uma densidade populacional relativamente baixa, alto nível de urbanização e população rural em declínio.
Fontes: : http://www.cso.ie (configuração baseada no Censo Populacional de 2002)

Proporção de pessoas abaixo de 25 anos na Irlanda: 41.2%, ou mais de 2 em 5 (e 69.2% estão abaixo dos 45).
A Irlanda tem a população mais jovem na Europa. A população atual é mais de 3.900.000, o recorde mais alto desde 1871. Fonte: http://www.cso.ie/principalstats/pristat2.html
Número de animais domésticos na Irlanda (Junho 2002): 6.992.000 cabeças de gado, 7.210.000 ovelhas e 12.709.000 aves domésticas. O gado ultrapassa o número de pessoas em quase dois para um. Fonte: http://www.cso.ie/principalstats/pristat6.html
Número de alunos (em tempo integral, em instituições ajudadas pelo Ministério de Educação): 912.200 em 2002-2003. Em torno de um quarto da população está no ensino em tempo integral.
Fonte: http://www.idaireland.com/uploads/documents/IDA_publications/Vital_statistics_may_2005.pdf
Proporção de jovens que fumam regularmente: um terço (33%) das pessoas entre 15 e 17 anos de idade fumam regularmente, comparados com 31% dos adultos que são fumantes regulares.
Fonte: http://www.youth.ie/download/smokingreport.pdf
Número Total de pessoas empregadas entre Março-Maio de 2005: 1.929.200.
Trabalhadores na a agricultura, reflorestamento e pesca: 113.700
Trabalhadores em hotéis e restaurantes: 111.000.
Trabalhadores no setor Financeiro e Negócios: 257.100

Fonte: http://www.cso.ie/statistics/empandunempilo.htm
Total de produtos e serviços exportados de Tecnologia da Informação: quase €30 bilhões de euros em 2002, ou um terço de todas as exportações. A Irlanda é a maior expostadora de softwares no mundo.
Fonte: http://www.ictireland.ie
Três maiores exportadores da Irlanda: Dell, Microsoft e Intel, considerando 18% do total de exportações em 2001. Fonte: http://www.ictireland.ie
Total de PCs (personal computers) vendidos na Europa que são manufaturados na Irlanda: um em cada três. Fonte: http://www.ictireland.ie
Número de lares irlandeses com acesso a internet: 458.700. Mais de 60% dos lares com duas ou mais pessoas empregadas possuem computador, e um terço dos lares possuem um aparelho de DVD.
Fonte: Escritório Central de Estatísticas – Pesquisa Trimestral Nacional sobre lares irlandeses (Central Statistics Office Quarterly National Household Survey)
Proporção da população que mudou de domicílio nos doze meses anteriores a Outubro de 2002: 8.3%
Fonte: All Ireland TGI sample http://www.tgisurveys.com/ireland/moversandshakers.htm
Média de número de visitas anual ao cinema: 4.2. O irlandês é o maior frequentador de cinema na União Européia, seguidos dos espanhóis (3.6).
Fonte: Eurostat, EUbusiness
http://www.eubusiness.com/imported/2003/03/106554
http://archives.tcm.ie/businesspost/2003/01/12/story334110.asp
Proporção da população que possui telefone celular: quatro-quintos, e 90% dos 15 aos 24 anos de idade. Fonte: ODTR/Examiner http://archives.tcm.ie/irishexaminer/2002/03/14/story24758.asp
Proporção da população que assiste a missa semanalmente: 48%. A frequência às missas na Irlanda tem caído continuamente, mas 60% dos católicos irlandeses dizem que tem uma relação pessoal com Jesus.
Fonte: Irish Marketing Surveys http://www.imsl.ie
Número de pessoas em ordens religiosas na Irlanda: mais de 19.000.
A Igreja Católica tem 3.403 clérigos diocesanos, 3.495 pessoas em ordens clérigo religiosas; 10.349 freiras e 884 seminaristas. Igraja Presbiteriana: 404 clérigos. A Igreja da Irlanda: 484 clérigos. Igreja Metodista: em torno de 120 Ministros e Noviços.
Fonte: http://irishchurches.org/Church_Statistics/body_church_statistics.html
Número de vezes que a Irlanda se classificou com a Copa do Mundo da FIFA: três (1990, 1994, 2002) Fonte: http://www.fai.ie



LIST OF SITES FOR RESEARCH - LISTA DE SITES PARA PESQUISA



1 – Government (Governo)



- Website with information about the constitution and its text (Sítio eletrônico com informações sobre a constituição e o seu texto):

http://www.citizensinformation.ie/categories/government-in-ireland/irish-constitution-1/constitution_introduction



-Irish Government (Governo Irlandês): www.dfa.ie/



- Citizens Information is a website from the Irish Government which provides public service information (Site do Governo Irlandês que fornece informções de serviço público): www.citizensinformation.ie



- Dep. Of Arts, Heritage, Gaeltacht and the Islands (Departamento de Artes) : www.irlgov.ie/ealga



- Department of Social, Community & Family Affairs (Departamento de assuntos sociais, comunitários e familiars): www.dscfa.ie/



- Department of Justice (Departamento de Justiça): www.justice.ie



- Department of Foreign Affairs (Departamento das Relações Exteriores): www.dfa.ie



- Department of Enterprise, Employment and Trade (Departamento de Trabalho): http://www.entemp.ie/labour/workpermits/authorisation.htm



- Department of Agriculture and Food (Departamento da Agricultura): http://www.agriculture.gov.ie/



- Department of Arts, Sport and Tourism (Departamento de Artes, Esportes e Turismo): http://www.arts-sport-tourism.gov.ie/



- Department of Communications, Marine and Natural Resources (Departamento das Comunicações, Marinha e Recursos Naturais): http://www.dcmnr.gov.ie/



- Department of Community, Rural and Gaeltacht Affairs (Departamento de assustos da Comunidade e Rural): http://www.pobail.ie/



- Department of Defence (Departamento da Defesa): http://www.defence.ie/website.nsf/home+page?openform



- Department of Education and Science (Departamento da Educação e Ciência): http://www.education.ie/home/home.jsp?pcategory=27173&ecategory=27173&language=EN



- Department of the Environment, Heritage and Local Government (Departamento do Meio Ambiente): http://www.environ.ie/



- Department of Finance (Departamento de Finanças): www.finance.gov.ie



- Department of Social and Family Affairs (Departamento de Assustos Sociais e da Família): http://www.welfare.ie/



- Department of the Taoiseach (Departamento do Primeiro Ministro): http://www.taoiseach.gov.ie/



- Department of Transport (Departamento do Transporte): http://www.transport.ie/



- Irish tax and Customs (Receita Federal da irlanda): www.revenue.ie





2 – Culture (Cultura)



-History Ireland (A História da Irlanda): www.historyireland.com



- The Arts Council (Conselho de Artes): www.artscouncil.ie



- Irish food board (Site sobre a comida irlandesa): www.bordbia.ie



- Comhaltas Ceoltóirí Éireann: www.comhaltas.com/ - promotes Irish music, dance & culture throughout the world. Site has facility to download Irish music (Site que promove a música, dança e cultura irlandesa pelo mundo. O site oferece a opção para baixar músicas)



- Irish Traditional Music archive (Arquivo de Música Tradicional Irlandesa): www.itma.ie



- Culture Ireland (Site que promove a cultura irlandesa no mundo): http://www.cultureireland.gov.ie/



- Tourism Ireland (Site com informações turísticas): www.tourismireland.com/bra/index.cfm



- Irish Institute (Instituto Brasil-Irlanda): www.irishinstitute.com.br



3 – Sports (Esportes)



-The Gaelic Athletic Association (Associação Atletica da Irlanda): http://www.gaa.ie/



- Football Association of Ireland is the governing body of football in the Republic of Ireland ( Associação de Futebol da Irlanda): http://www.fai.ie/



- The Irish Rugby Football Union (União Irlandesa de Rugby): http://www.irishrugby.ie/



- Rugby League Ireland (Liga Irlandesa de Rugby) http://www.rli.ie/



- Water Sports Organisations Ireland (Organizações Irlandesas de Esportes Aquáticos): http://www.waterbased.ireland.ie/content.asp?id=92



- The Irish Sports Council (Conselho Irlandês de Esportes): http://www.irishsportscouncil.ie/


4 – Irish Media (Imprensa)


- The Irish Times (Jornal irlandês de circulação diária): www.irish-times.com

- The Irish Independent (Jornal irlandês de circulação diária): www.independent.ie

- The Irish Examiner (Jornal irlandês de circulação diária) : www.irishexaminer.ie

- Ireland’s National Television and Radio Broadcaster Radio Telefís Éireann (Rede nacional de televisão e radio): www.rte.ie

5 – Education (Educação)

- Education Ireland (Este site contém informações sobre Instituições Educacionais, seus cursos etc.): www.educationireland.ie

- The Advisory Council for English Language Schools (Conselho Consultivo para Escolas da Língua Inglesa) : www.acels.ie

- Departamento de Educação e Ciência: www.education.ie

6 – Business (Negócios)

- Government information & services for business (Informações do Governo e de negócios): www.basis.ie

- European Commission website advice on exporting to the EU (Comissão Européia de dicas para exportação para a U.E): http://export-help.cec.eu.int

- IBEC – Irish Business & Employers Confederation (Confederação de Negócios e Empregadores Irlandêses: www.ibec.ie

- Information on customs to import and export to Ireland (Receita Federal da Irlanda – Informação sobre impostos sobre exportação e importação: www.revenue.ie

- Industrial Development Agency (Agência de Desenvolvimento Industrial): www.ida.ie

- Enterprise Ireland in São Paulo, Brazil (Site do escritório do Enterprise Ireland em SP): www.enterprise-ireland.com/brazil

7 – Statistics (Estatísticas)

-Central Statistics Office Ireland (Site de estatísticas): http://www.cso.ie

- The Economic and Research Institute (Site com informações sobre a economia e sociedade irlandesa): http://www.esri.ie/

- Department of Finance (Departamento de Finanças): www.finance.gov.ie

8 – Immigration (imigraçåo)


- Garda National Immigration Bureau (serviço de imigração): www.garda.ie


- Irish Naturalisation and Immigration Service: www.inis.gov.ie


- Citizens Information is a website from the Irish Government which provides public service information (Site do Governo Irlandês que fornece informções de serviço público): www.citizensinformation.ie


9 – European Commission in Brasília (Comissão Européia em Brasília)


- www.delbra.ec.europa.eu/ - Site da Delegação da Comissão Européia no Brasil




10 – Public Travel Service (Serviço Público de Viagens)


www.dublinbus.ie (Irish bus Company – Empresa local de ônibus)



www.buseireann.ie (Irish bus company- Empresa local de ônibus)


www.irishrail.ie (Ireland rail travel information – Informações sobre o serviço de trem))


www.aerlingus.com (Irish air line companies – Empresa Aérea)


www.ryanair.com (Irish air line companies - Empresa Aérea)



Others (outros)


- Embassy of Brazil in Ireland (Embaixada do Brasil na irlanda): www.brazil.ie


- Research website (Site de pesquisa): www.ask-ireland.ie


- Citizens Information is a website from the Irish Government which provides public service information (Site do Governo Irlandês que fornece informções de serviço público): (www.citizensinformation.ie



Eu Malto, Tu Maltas, Fernando Malta...




Em homenagem ao nosso mais novo colunista do Blog, Fernando Malta, vamos à grandiosa Ilha de Malta.


Em pleno mar Mediterrâneo, o arquipélago de Malta fica pertinho da Sicília - apenas 90 km a separam da ilha italiana. São cinco ilhas no total, duas desabitadas, e o clima quente incentiva a prática de esportes náuticos, como windsurf e vela, além do mergulho, típicos do país.

Malta, país situado no coração do Mediterrâneo, é um espaço de convergência de várias civilizações, com uma história milenar. O seu território é habitado desde cerca de 5200 a.C., tendo existido nas ilhas uma importante civilização pré-histórica anterior à chegada dos Fenícios, que deram à ilha principal o nome de Malat, que significa “porto seguro”. Durante alguns séculos, as ilhas foram sede da Ordem dos Cavaleiros de São João do Hospital e, durante algum tempo, fizeram parte do Império Britânico, tendo acedido à independência em 1964.



O Governo maltês é presidido pelo líder do partido que disponha de uma maioria de deputados na Câmara dos Representantes ou, em maltês, Kamra tar-Rappreżentanti.

A língua nacional é o maltês, mas a língua inglesa é considerada língua oficial, sendo a língua italiana também falada por muitos malteses.

O turismo é uma atividade econômica importante em Malta, mas observa-se igualmente um crescimento do setor de serviços.


Na cozinha tradicional maltesa destacam-se as sopas (minestrone, sopa de peixe), as massas e bolos e, em especial, os pratos estufados, como o prato nacional denominado Stuffat Tal-Fenek (estufado de coelho).

Apesar de pouco visitado por turistas brasileiros, Malta é sucesso entre os que buscam aperfeiçoar o inglês - afinal, aqui o inglês é idioma oficial, uma herança dos tempos em que os britânicos tinham a soberania do território: de 1815 a 1964. Pelas ilhas, aliás, já passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, sarracenos, árabes, normandos, espanhóis e franceses. Tudo por causa de sua localização geográfica, ponto chave dos caminhos entre Ocidente e Oriente. Tanta história ainda pode ser vista em seu território: entre as atrações turísticas estão templos construídos em 3800 a.C. e a capital, Valleta, que possui construções barroca, imponentes fortificações e muralhas gigantescas.

DADOS GERAIS

Capital: Valleta (7,1 mil habitantes)
Principais cidades: Birkirkara, Qormi, Sliema
Moeda: lira maltesa
População: 396 mil
Área: 316 km2
Idioma: inglês e maltês
Representação Consular de Malta no RJ
Avenida Graça Aranha, 416, salas 708,20.030-001 - Rio de Janeiro,RJ
Tel/Fax: (21) 2533-7274 e 2533-7250

Temperatura: de 10 a 14ºC no inverno (janeiro), e de 22 a 29ºC no verão (julho)

Moeda: lira maltesa

Comércio: das 9h às 19h

Bancos: das 8h30 às 13h

Embaixada em Brasília: (61) 347-4940



quarta-feira, 18 de junho de 2008

Pequeno Mundo: Bélgica




* Agradecendo ao senhor Ringor David, da Embaixada belga, pelas informações culturais e pela simpatia.



Na Bélgica, flamengo não é nome de time de futebol e sim o dialeto usado em conversas informais, muitas vezes regadas à cerveja, mariscos e batatas fritas - verdadeiras paixões nacionais -, em algum bar de Bruxelas. A capital tem vida noturna concentrada nos restaurantes e cafés da Grande Place. Quase tão industrializado quanto a Alemanha, o país é ainda famoso por seus jardins, parques e zoológicos e reúne relíquias arquitetônicas, algumas declaradas patrimônio da humanidade, como os conventos flamengos. Também não ficam atrás a romântica Bruges, com seus canais, e Louvain, cidade que atrai milhares de estudantes.

DADOS GERAIS
CAPITAL: Bruxelas
GOVERNO: Monarquia Constitucional

IDIOMAS: francês, alemão e flamengo

LOCALIZAÇÃO: Europa

ÁREA: 30.520 Km2
POPULAÇÃO: 10 milhões de habitantes
ATIVIDADES: metalurgia, siderurgia e indústria têxtil
Temperatura: entre 1 e 4ºC no inverno (janeiro) e 12 a 23ºC no verão (julho)

Moeda: euro

Comércio: das 10h às 18h
Bancos: das 9h às 15h


A Bélgica é um Estado Federal dividido em três regiões: a Flandres neerlandófona, a Norte, a Valónia francófona, a Sul, e Bruxelas, capital bilingue, onde o francês e o neerlandês partilham entre si o estatuto de línguas oficiais. A leste, existe ainda uma pequena comunidade germanófona com cerca de 70 000 habitantes.

A paisagem belga é muito variada: 67 quilómetros de costa marítima e de planícies na costa do Mar do Norte, colinas na parte central e florestas nas terras altas da região das Ardenas, a sudeste.


Bruxelas é sede de várias organizações internacionais, tais como a maioria das instituições europeias e a NATO.


Independente desde 1830, a Bélgica é uma Monarquia Constitucional. O Parlamento bicamaral é composto pela Câmara dos Representantes, cujos deputados são eleitos por um mandato de quatro anos, e pelo Senado ou Câmara Alta, cujos membros são eleitos ou designados por cooptação. Dadas as suas características políticas, a Bélgica é geralmente dirigida por governos de coligação.

Entre os belgas mais conhecidos contam-se Georges Rémi (Hergé), o criador de Tintim, os escritores Georges Simenon e Hugo Claus, o compositor e cantor Jacques Brel e o ciclista Eddy Merckx. Os pintores James Ensor, Paul Delvaux e René Magritte são os modernos sucessores de Rubens e de outros mestres flamengos do passado.

A Bélgica é famosa pelos seus chocolates apreciados no mundo inteiro. O prato favorito dos belgas são os mexilhões com batatas fritas, as quais, de acordo com a lenda, seriam uma invenção belga


Consulado-geral da Bélgica em SP
Avenida Paulista
, 2.073, conjs. 1303/1310
CEP 01311-300, São Paulo, SP
Tels.: (11) 3171-1599/1603/1596/1606
Fax: (11) 288-6869
saopaulo@diplobel.org

Consulado-geral da Bélgica no RJ
Rua Lauro Müller,116, sala 3904, Torre Rio Sul
Tels.: (21) 2543-8558/8878 - Fax: (21) 2543-8398
riodejaneiro@diplobel.org

Embaixada da Bélgica no Brasil
SES - Av. das Nações, lote 32 - CEP 70422-900, Brasília, DF
Tel: (61) 443-1133 - Fax: (61) 443-1219
brasilia@diplobel.org e www.belgica.org.br

Embaixada do Brasil em Bruxelas
350, Avenue Louise - 6eme Etage - Boite 5 - 1050
Bruxelles - Belgique
Tel.: (322) 640-2015/2111 - Fax: (322) 640-8134
bruxelas@mail.beon.be

Temperatura: entre 1 e 4ºC no inverno (janeiro) e 12 a 23ºC no verão (julho)

Moeda: euro

Comércio: das 10h às 18h

Bancos: das 9h às 15h

Embaixada em Brasília: (61) 3443-1133

Consulado em São Paulo: (11) 3171-1596

Embaixada do Brasil: (322) 640-2015



Fontes:
www.belgium.be
www.diplomatie.be
www.diplomatie.be/brasilia

Pequeno Mundo: África do Sul





* Em agradecimento ao Sr. Karagowe do Consulado Geral da África do Sul em São Paulo, por ter sido incrivelmente solícito... E nos enviado toneladas de informação!

Belezas, naturais, urbanização e contrastes: aqui, é possível conhecer tanto cidades modernas quanto regiões em que se vêem de perto animais selvagens. O país possui a atividade industrial mais importante do continente, é o maior produtor mundial de ouro e um dos líderes em diamantes no mundo - riquezas de um território em que há 11 línguas oficiais.

O país está marcado no mapa por um momento decisivo na história do Ocidente. É na África do Sul que fica o Cabo da Boa Esperança, que separa os Oceanos Atlântico e Índico. O local, ponto estratégico das rotas comerciais européias para o Oriente, foi dobrado, pela primeira vez, por Bartolomeu Dias, no século 15.

Para os turistas-exploradores de hoje, nada mais típico do que fazer um safári. O Parque Kruger, um dos mais famosos, tem mais de 100 espécies de animais. Os mais sortudos conseguem ver os "cinco grandes": elefante, leão, leopardo, búfalo e rinoceronte. Mas se, por um lado, a riqueza natural é exuberante, por outro, a África do Sul ainda luta para vencer dificuldades e atrasos.



DADOS GERAIS

Capital: Pretória (administrativa; 1 milhão de habitantes), Cidade do Cabo (legislativa; 2,3 milhões de habitantes) e Bloemfontein (judiciária; 300 mil habitantes)
Principais cidades: Joanesburgo, Port Elizabeth, Durban
Moeda: rand
Território: 1.221.037 Km²
População: 42 milhões
Idioma: são 11 idiomas oficiais, entre eles: inglês, africâner, sepédi, sessoto e setsuana
Temperatura: quente e agradável durante todo o ano. Médias no verão entre 21 e 26ºC (janeiro) e no inverno entre 11 e 22 Moeda: rand Comércio: das 8h30 às 17h Bancos: das 9h às 15h30

Consulado-geral da África do Sul em SP
Av. Paulista
, 1.754, 12º andar
CEP 01310-920, São Paulo, SP
Tel: (11) 3285-0433 - Fax: (11) 3284-4862
saconsp@terra.com.br

Embaixada da África do Sul no Brasil
Av. das Nações, lote 6
CEP 70406-900, Brasília, DF
Tel.: (61) 312-9500 - Fax: (61) 322-8491
saemb@solar.com.br e www.africadosulemb.org.br

Embaixada do Brasil em Pretória
201 Leyds Street - Arcadia -
Pretoria - South Africa 0083
Tel. (2712) 341-1712/341-1720 - Fax (2712) 341-7547
braspret@cis.co.za

Embaixada em Brasília: (61) 312-9500

Consulado em São Paulo: (11) 3285-0433

Embaixada do Brasil: (2712) 341-1712

E-mail: braspret@cis.co.za

Site: http://www.africadosul-consp.org.br/





O povo sul-africano:

Para explicar os grupos étnicos que formam a África do Sul é importante explicarmos as onze línguas oficiais do país, que são elas: isiZulu, Sepedi,
Sesotho, isiXhoxa, Setswana, Xitsonga, siSwati, Tshivenda, isiNdebele, Afrikaans (holandês arcaico) e o Inglês, que é comercialmente mais utilizado
e talvez o mais importante, pois serve como "ponte"de entendimento, entre os idiomas.

Africâner é a pessoa que fala o idioma afrikaans, ou a pessoa que descende dos holandeses. De acordo com estatísticas, do census de 2001, 23,8% da
população sul-africana fala o IsiZulu, 17,9% fala o IsiXhosa, 13,3% o Afrikaans, 9,4% o Sepedi, 8,2% o Sestwana e 8,2% fala o Inglês. O afrikaans
é mais falado nas províncias de Northern Cape e Western Cape. A base da língua afrikaans se origina do holandês, mas é diferente do holandês
moderno, pois foi criado com a intenção de se ter uma nova identidade de língua e também devido a união das comunidades francesa, holandesa e alemã,
que já colonizavam a África do Sul.

O inglês falado na África do Sul tem algumas particularidades referente ao sotaque, mas a estrutura da língua e o vocabulário foram preservados do
inglês britânico. Outros grupos étnicos ou diferentes comunidades fizeram uso de algumas palavras em inglês quando não os tinham em sua cultura.

A comunidade de luso-descendentes no país, corresponde a 1,2% do total da população, concentrados nas regiões de Kwazulu-Natal e de Western Cape.

A RELIGIÃO PRINCIPAL: Cristianismo é a religião predominante, sendo que o cristianismo 80% (independentes, reformistas, católicos, metodistas, anglicanos,

luteranos). Outras religiões encontradas no país: hinduísmo, islamismo e judaísmo.

A VESTIMENTA MAIS USUAL: As roupas mais utilizadas são as vestes ocidentais (calça ou saia, vestido, camisa ou camiseta, sapato ou tênis), mas se tiver interesse em conhecer quais são os trajes típicos da África do Sul, favor acessar no site do www.africadosul.org.br e na página “Arte, Cultura e Esportes”, clique em “Vestimentas”, onde poderá notar que cada grupo étnico possui um traje diferenciado de acordo com seus costumes e culturas.

História:

Segue abaixo alguns sites que poderão auxiliá-la na sua pesquisa, referente a história do nosso país, além do anexo sobre o assunto:

História da África do Sul (Anuário de 2007/2008/ Inglês):

http://www.gcis.gov.za/docs/publications/yearbook/2008/chapter2.pdf


Colonização na África do Sul (Wikipedia/ Português):

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_%C3%81frica_do_Sul


Gastronomia sul-africana:

Delícias do país (inglês):

http://www.southafrica.net/index.cfm?SitePageID=354

Diretório de comida e bebida da África do Sul (inglês):

http://www.goafrica.co.za/southafrica/food/index.stm

Cozinha Sul-Africana (Wikipedia/ em inglês):

http://en.wikipedia.org/wiki/South_African_cuisine


Costumes e etiqueta:

Executive Planet (do Wikipedia), referente aos costumes, etiqueta social e nos negócios dos sul-africanos:

http://www.executiveplanet.com/index.php?title=South_Africa


Informações sobre etiqueta e cultura dos sul-africanos:

http://www.kwintessential.co.uk/resources/global-etiquette/south-africa-country-profile.html

Bebidas típicas:

Vinho:

http://www.wosa.co.za

http://www.wine.co.za

http://www.winetoday.co.za

http://www.kwv.co.za

Rooibos Tea (chá):

http://www.africantea.com/About_Rooibos_Tea/about_rooibos_tea.html

SAB South African Breweries Ltd (cerveja):

http://www.sabreweries.com/sabltd/home/default

Licor Amarula:

http://www.amarula.co.za