Mostrando postagens com marcador Ban Ki-Moon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ban Ki-Moon. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Premiê turco fica furioso e abandona debate sobre Gaza em Davos

Recep Tayyip Erdogan ficou furioso por ter sido impedido de falar.
Ele queria responder a uma longa intervenção do presidente israelense.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, ficou furioso e abandonou de repente um debate sobre o conflito de Gaza realizado durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, por ter sido impedido de falar depois de uma longa intervenção do presidente israelense Shimon Peres.

Foto: AP
Recep Tayyip Erdogan abandonou o debate sobre o conflito de Gaza realizado durante o Fórum Econômico Mundial de Davos (Foto: AP)

"Não acho que voltarei a Davos", declarou Erdogan, muito irritado, ao deixar o palanque, onde também estavam o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o secretário da Liga Árabe, Amr Mussa.


O premiê turco desejava responder a uma longa intervenção de Peres, mas o jornalista que animava o debate o interrompeu insistentemente para assinalar que o debate estava encerrado.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ban condena ataque a escola da ONU em Gaza

BEIRUTE, LÍBANO - O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou hoje o "ultrajante" ataque realizado por militares israelenses em uma escola da ONU na Faixa de Gaza. Duas pessoas morreram na operação. "Outra escola da ONU foi atingida pelas forças de defesa israelenses", disse Ban durante entrevista coletiva em Beirute. Horas antes, a escola no norte de Gaza, na cidade de Beit Lahiya, foi alvo de ataques de Israel. Havia cerca de 1.600 pessoas escondidas no local.



Foram mortas uma mulher e uma criança e pelo menos dez pessoas ficaram feridas, segundo médicos. "Eu condeno nos termos mais duros esse ultrajante ataque, na terceira vez que isso ocorre", afirmou Ban. "Importantes líderes israelenses me deram garantias há dois dias, quando estava visitando Israel, que as instalações da ONU seriam totalmente respeitadas", disse o secretário-geral, pedindo investigações sobre a violência.



A campanha militar de Israel em Gaza teve início em 27 de dezembro, em resposta a ataques com foguete lançados quase diariamente pelo Hamas contra alvos no sul do território israelense. Desde então pelo menos 1.140 pessoas - metade das quais civis - foram mortas em Gaza, segundo os palestinos.



Encontro - Os presidentes francês, Nicolas Sarkozy, e o egípcio, Hosni Mubarak, comandarão um encontro internacional amanhã para discutir a crise na Faixa de Gaza, no resort egípcio de Sharm el-Sheikh, no Mar Vermelho. A informação foi confirmada hoje pelo escritório de Sarkozy.



"Sarkozy falou hoje com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, que o convidou como codiretor, dentro da iniciativa franco-egípcia, no encontro internacional que ocorrerá no domingo, 18 de janeiro, em Sharm el-Sheikh," afirmou um comunicado. O texto aponta que a chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, também estarão presentes. Após o encontro, Sarkozy se encontrará com o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, em Jerusalém. As informações são da Dow Jones.

sábado, 1 de novembro de 2008

Ban pede que chefe dos capacetes azuis viaje à RDC

Nações Unidas, 31 out (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu hoje ao responsável pelos capacetes azuis, Alain Le Roy, que viaje à região africana afetada pela intensificação do conflito na província congolesa de Kivu Norte.

A porta-voz da ONU, Marie Okabe, disse que Ban pede que seja respeitado o cessar-fogo declarado pelos rebeldes tutsis do Congresso Nacional da Defesa do Povo (CNDP), responsáveis da ofensiva que gerou um novo espiral de violência nessa região africana.

"O secretário-geral pediu à comunidade internacional que ajude a ONU em seu trabalho humanitário, enquanto se encontra trabalhando com os líderes internacionais para promover uma solução à crise na República Democrática do Congo (RDC) mediante negociações políticas", apontou a porta-voz.

As gestões de Le Roy em nome da ONU na região se somarão à dos secretários adjuntos para Assuntos Políticos, Haile Menkerios, em Kigali, e para Operações de Paz, Edmond Mullet, em Kinshasa.
Okabe frisou que Ban conversou nos últimos dois dias com os presidentes de Ruanda, Paul Kagame, e da RDC, Joseph Kabila, assim como com o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, e a secretária de Estado de EUA, Condoleezza Rice.

"Junto a todos destacou a importância de fazer todo o possível para consolidar o atual cessar-fogo e deter a violência, assim como a necessidade de que os voluntários humanitários possam desenvolver seu trabalho", precisou.

A porta-voz contou que Ban estuda a possibilidade de nomear um enviado especial para mediar o conflito, em que acontece um enfrentamento entre rebeldes do CNDP com o Exército congolês e remanescentes das milícias hutus que protagonizaram o genocídio de 1994 em Ruanda.

Okabe reiterou o respaldo do secretário-geral ao pedido de reforços apresentada pelo responsável civil da missão da ONU, Alan Doss, que advertiu em várias ocasiões que os 17 mil soldados que dispõe não são suficientes para cobrir um país do tamanho do leste europeu. EFE