quinta-feira, 7 de maio de 2009
Ataque dos EUA no Afeganistão matou dezenas de civis, diz Cruz Vermelha
- O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que dezenas de pessoas morreram em bombardeios realizados por forças americanas no Afeganistão.
A entidade disse à BBC que uma de suas equipes chegou ao local atingido pelo ataque de terça-feira, na província de Farah, e viu casas destruídas e dezenas de corpos. Entre os mortos estariam mulheres e crianças. Segundo a Cruz Vermelha, os civis estavam abrigados, buscando proteção dos combates na Província de Farah , quando as suas casas foram atingidas.
O incidente deve aparecer em destaque na pauta de conversações entre o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em Washington, nesta quarta-feira.
As forças americanas estão investigando o incidente e o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, também ordenou a abertura de um inquérito.
Karzai deve se reunir com Obama e com o presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, que enfrenta uma crescente crise por causa de combates entre o Exército paquistanês e o Talebã na região do Vale de Swat.
Apelo
O presidente do Afeganistão pediu reiteradamente às forças ocidentais no país que reduzam o número de mortes entre civis.
Mas o correspondente da BBC na capital afegã, Cabul, Martin Patience, disse que o encontro de Karzai, Zardari e Obama pode ser ofuscado se for confirmada a informação da Cruz Vermelha de que dezenas de civis morreram.
Há informações de que moradores da área de Farah estão abandonando suas casas num momento em que um acordo de paz entre o governo afegão e os militantes do Talebã parece em vias de ser rompido. O governador da província, Rohul Amin, corroborou a avaliação da Cruz Vermelha de que os civis morreram no ataque, mas não confirmou o número de mortos.
Na terça-feira, o emissário dos Estados Unidos a Afeganistão e Paquistão, Richard Holbrooke, disse em uma sessão no Congresso americano em Washington que o Paquistão precisa fazer mais para combater o Talebã. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Cruz Vermelha sensibiliza populações sobre HIV/AIDS e malária
Luena - Cerca de 30 mil populares serão sensibilizados em matérias de VIH/Sida e malária no município dos Bundas, província do Moxico, com o início, este mês, do projecto da Cruz Vermelha de Angola (CVA), indica uma nota daquela instituição humanitária entregue hoje a Angop.
O documento esclarece que o projecto, que terá a duração de quatro anos, é financiado pela organização não-governamental britânica (OXFAM - GB) e será direccionado, principalmente, a jovens, mulheres, comerciantes, militares e polícias.
Palestras, sessões de aconselhamento e sensibilização porta-a-porta serão as metodologias a aplicar na fase da implementação
das acções que visam mobilizar a população para fazer voluntariamente o teste de VIH/Sida, como forma de prevenir-se da infecção por aquela doença.
A nota reforça que os ativistas da CVA apresentarão peças teatrais retardando a forma ideal de combate a pandemia e o tratamento a dar às pessoas infectadas (seropositivos).
Desencorajar o estigma e descriminação contra os seropositivos e encorajar o uso de preservativos na relação sexual ocasional e mosquiteiros tratados, são entre outros objetivos do projeto, refere a nota da CVA.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Water and war
Neutral, independent and impartial humanitarian action in the event of armed conflict and internal violence is at the heart of the ICRC's mandate and a fundamental part of its identity. This approach is intended to give the ICRC the widest possible access both to the victims of the violence and to the parties concerned. To do this, the organization seeks dialogue with all actors involved in a given armed conflict or other situation of violence as well as with the people suffering the consequences in order to gain their acceptance and respect. Its neutral and independent approach also enables the ICRC to ensure the safety of its staff. In this way the organization is able to reach people on either side of the front lines in active conflict areas around the world.
The ICRC's role as neutral intermediary follows on logically from this operational approach. In many cases this entails negotiating with the relevant parties to gain humanitarian access to battlefields or hospitals, for example, in order to facilitate the delivery of humanitarian services to the victims of conflicts. The ICRC's role of neutral intermediary is based on legal provisions in the Geneva Conventions as well as the Statutes of the International Red Cross and Red Crescent Movement. This role can take the form of providing good offices or, less commonly, mediation. Either way, the consent of all the parties involved must be obtained before the ICRC can act. The overriding aim is that any action should relieve the suffering of people whose lives have been disrupted by conflict and help to promote adherence to international humanitarian law (the body of rules that protects those not or no longer fighting).
Iraq
The ICRC's established presence in Iraq dates back to the early 1980s. It was reinforced at the time of the 1990–1991 Gulf War, when the ICRC remained the only international organization present in Iraq, becoming the reference humanitarian organization. Over the years, the ICRC has implemented major infrastructure projects with the relevant ministries, in particular with the national authorities in charge of health, water and sanitation. Millions of people have thus been given better access to water, sanitation and health infrastructure, which has also helped to consolidate the ICRC's reputation as a reliable, effective and neutral humanitarian organization.
During the acute phase of the conflict in 2003, the ICRC was once again the only major humanitarian organization still present and working in Iraq. It adapted its modus operandi, developing new management tools and remote-control mechanisms to ensure the continuation of its humanitarian activities in high-risk areas or areas that were difficult to reach. Ensuring water supplies and sewage disposal, and supporting health facilities are examples of the work done within this new ICRC operational framework. An ongoing dialogue, even from a distance, often leads to the ICRC being perceived positively and accepted by all.
Haiti
In 2003, when the ICRC first visited Cité Soleil, the shantytown was considered the most dangerous place in the country. Cité Soleil is a striking example of the positive changes that the ICRC's neutral and independent intermediary role can make to civilians' lives in contexts of extreme urban violence. Between 2005 and 2006, on the basis of contact established and negotiations conducted with all the authorities and parties concerned, including gang leaders, the Haitian National Red Cross Society and the ICRC were among the few humanitarian organizations able to reach and work in Cité Soleil. The ICRC and the Haitian Red Cross were able to restore minimum water supply for the 200,000 inhabitants by making it safe for the relevant government service to access the facilities.
Somalia
Since 2005 the conflict has become increasingly complex and polarized. The recurrent periods of violence and the recent natural disasters have had a disastrous effect on the civilian population. The situation is made worse by the lack of public infrastructure.
As the ICRC has maintained a presence in the country since 1977, all parties to the conflict and the beneficiaries themselves have witnessed its activities and understand that its work is carried out in a spirit of neutrality and impartiality. This recognition has enabled the organization to continue its activities, such as rehabilitating wells and improving the production capacities of people farming the land.
The ICRC also relies on a dense network of contacts and partners such as the Somali Red Crescent Society. Indeed, without the latter, the ICRC would not be able to understand the realities of the country or to reach as many victims as it does.
Yemen
Poor security conditions and fierce fighting in the northern governorates of Yemen have had a dramatic effect on the civilian population in recent months, forcing increasing numbers of people to flee the area.
The lack of clean drinking water and medical care is a particularly serious matter for displaced persons, the sick, the wounded and isolated communities.
However, the unstable security situation has often prevented the ICRC from responding to the most urgent humanitarian needs in a timely and appropriate manner. The ICRC is working in the town of Sa'ada and its immediate vicinity and is trying to expand its field of action as soon as conditions allow. Numerous water and sanitation projects have been launched for displaced persons who have fled the fighting and made their way to camps in Sa'ada city. Other infrastructure projects have been carried out (deep boreholes and water reservoirs) in the villages affected by the fighting in order to improve access to drinking water and water for agricultural use.
The ICRC maintains a dialogue with the authorities with a view to gaining better access to the most severely affected areas. It also seeks to promote understanding among the Yemeni armed and security forces of international humanitarian law and of the ICRC's mandate.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
BBC defende recusa em divulgar pedido de ajuda às vítimas de Gaza
A empresa pública alegou que a controversa decisão de não difundir o pedido de ajuda às vítimas do conflito em Gaza, que foi imitada nesta segunda-feira pelo canal de notícias Skynews, tem por objetivo manter sua "imparcialidade".
"Defendemos com paixão a imparcialidade da BBC", afirmou nesta segunda-feira o diretor geral da emissora, Mark Thompson, que se mostrou inflexível mesmo diante da tempestade de protestos provocada pela recusa em divulgar um pedido de doações para a compra de medicamentos e comida aos habitantes de Gaza.
Nesta segunda-feira, atores famosos de programas da BBC, entre eles Samantha Morton, indicada duas vezes ao Oscar, ameaçaram nunca mais voltar a trabalhar para a empresa.
Um dos mais conhecidos jornalistas britânicos, John Humprey, apresentador do programa BBC Radio 4, afirmou que a decisão da diretoria da emissora era "um pouco hipócrita".
Mas Thompson parece irredutível. "Nossa decisão está absolutamente em acordo com o enfoque da corporação para a imparcialidade", insistiu.
"Queremos cobrir a história humanitária, queremos cobrir em nossos programas de notícias, onde possamos situá-la no contexto, de maneira equilibrada, objetiva", ressaltou.
"Não se trata de ser ou não imparcial, e sim de mostrar-se humano", respondeu o arcebispo de York, John Sentamu.
Thompson negou que a decisão tenha sido motivada pelo fato da BBC ter sido acusada no passado por Israel de apresentar um viés pró-palestino no noticiário.
"Mas nos preocupamos que seja possível opinar como se nós apoiássemos algo, que pudesse dar a impressão de que tomamos partido", admitiu.
No fim de semana, centenas de pessoas protestaram nas ruas de Londres contra a recusa da BBC a difundir o pedido do Comitê de Urgência para as Catástrofes, que reúne várias organizações não governamentais, entre elas a Cruz Vermelha britânica e a Oxfam.
"A BBC é um vergonha", gritaram os manifestantes. O ministro do Desenvolvimento Internacional britânico, Douglas Alexander, enviou uma carta aos principais canais de televisão com pedidos de que exibissem o pedido das ONGs.
"Depois de consultar os editores, chegamos à conclusão que difundir este pedido, independente da forma, poderia colocar em dúvida a confiança do público na imparcialidade do conjunto da cobertura dos acontecimentos pela BBC", respondeu Mark Thompson ao ministro.
A decisão de não exibir o pedido foi tomada na semana passada de comum acordo com outras emissoras, mas os principais canais de televisão concorrentes da BBC, como a ITV ou o Channel Four, mudaram de idéia.
O Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha, que reúne associações muçulmanas, também protestou contra a decisão da BBC por considerar que é um "grave abandono de suas obrigações para com o público".
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Cruz Vermelha diz que é 'intolerável' atacar hospitais
Genebra, 15 jan (EFE).- Os bombardeios israelenses contra instalações médicas e humanitárias em Gaza como os ocorridos hoje são "intoleráveis" e puseram em risco as vidas de centenas de pessoas, disse hoje o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Jakob Kellemberger.
"É inaceitável que gente ferida que está recebendo tratamento nos hospitais seja posta em risco", disse Kellemberger, que acaba de terminar uma viagem de três dias a Gaza e Israel, incluindo uma visita ao hospital Shifa da capital da faixa palestina.
O hospital Al Quds, administrado pelo Crescente Vermelho palestino na Gaza capital foi alvejado hoje por mísseis, o que pôs em risco as vidas de cerca de 100 pacientes e de pessoal médico, contou Kellemberger em comunicado.
"O hospital sofreu pelo menos um bombardeio direto hoje, e todos os pacientes tiveram que ser transferidos às pressas pelo pânico no andar térreo", disse, por sua parte, Bashar Morad, diretor dos serviços médicos de urgência do Crescente Vermelho palestina.
O segundo andar ficou em chamas imediatamente e a farmácia do hospital também sofreu danos.
Cinco veículos de bombeiros, escoltados por equipes da Cruz Vermelha, chegaram ao local e alcançaram apagar o fogo.
Nas reuniões que teve hoje com o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, e a de Relações Exteriores, Tzipi Livni, Kellemberger insistiu em que as leis internacionais humanitárias obrigam às partes a proteger os civis assim como as instalações e o pessoal médico.
Um dos armazéns de material de emergência do Crescente Vermelho palestino em Gaza foi atingido hoje por bombardeios israelenses, assim como a sede da UNRWA.
"Estes eventos são especialmente alarmantes, pois os hospitais de Gaza já estão por si sobrecarregados de feridos e o número de vítimas está crescendo", disse Kellemberger.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Diretor da Cruz Vermelha avalia crise em Gaza
O presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza nesta terça-feira (13), durante uma breve trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humanitária no território.
Nesta manhã, Kellenberger foi até o principal hospital do território, e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.
Ele fez um apelo para que Israel e o movimento palestino, Hamas, suspendam os combates na Faixa de Gaza imediatamente.
"Minha mensagem é simples, direta e precisa: os combates têm que parar", afirmou. "Em Gaza, as próprias bases da sociedade estão sendo destruídas: as casas das pessoas, a infra-estrutura civil, as instalações de saúde pública e escolas."
Novos ataques
O Exército de Israel disse ter atacado mais de 60 alvos em Gaza durante a noite e na manhã desta terça-feira, inclusive túneis e locais que seriam utilizados para o lançamento de foguetes pelo grupo palestino Hamas.
Em solo, tropas israelenses continuam avançando pelos subúrbios do sul e do leste da Cidade de Gaza. A região oeste da cidade foi atacada por navios israelenses.
Já o Hamas diz ter destruído dois tanques israelenses - o que Israel negou.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 920 pessoas foram mortas desde o início da ofensiva, há 18 dias - cerca de 30% delas são crianças.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
sábado, 30 de agosto de 2008
A História de uma idéia...
Foi na Batalha de Solferino, em 1859, quando surgiu a idéia de criar uma organização que com o tempo, se converteria no Movimento Internacional de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Os primeiros voluntários foram os mobilizados, no princípio, pelo nosso fundador Henry Dunant. Eram residentes da região, ou turistas que visitavam Castiglione, uma cidade próxima, no norte da Itália. A função desses primeiros voluntários foi prestar assistência a todas as vítimas da batalha.
Os horrores da guerra mudaram o curso da vida de Dunant. De regresso a Genebra, escreveu o livro “Uma recordação de Solferino”, onde pedia que se criassem sociedades beneficentes de socorro que servissem de complemento aos serviços médicos do exercito, em tempo de guerra. Henry Dunant também propôs que os feridos e todas as pessoas que os atendiam fossem considerados como neutras, inclusive no campo de batalha, pois participam, ou haviam deixado de participar na luta. Seu livro comoveu a consciência dos representantes governamentais em todo o mundo.
Esta foi a origem da rede mundial de Sociedades Nacionais de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, cujas atividades ultrapassam amplamente a idéia original do fundador do Movimento.
Em 1864, de conformidade com a segunda proposta de Henry Dunant, foi firmado a Primeira Convenção de Genebra, onde 12 governos se comprometiam a prestar assistência aos militares feridos ou enfermos, hospitais militares, assim como ao pessoal médico em tempo de guerra.
Essas normas se aperfeiçoaram posteriormente com o fim de assegurarem também a proteção de outras categorias de vítimas dos conflitos armados. Atualmente figuram nas Quatro Convenções de Genebra de 12 de agosto de 1949 e em seus Protocolos Adicionais de 1977.
O que é o Comitê Internacional da Cruz Vermelha?
É uma instituição privada, independente e apolítica.
A função do CICV durante os conflitos está definida nos Quatro Convênios de Genebra de 1949 e em seus Protocolos Adicionais de 1977.
As quatro Convenções de Genebra são as seguintes:
I. Convenção de Genebra para proteger os feridos e os enfermos das forças armadas em campanha.
II. Convenção de Genebra para proteger os feridos, os enfermos e os náufragos das forças armadas no mar.
III. Convênio de Genebra para proteção aos prisioneiros de guerra.
IV. Convênio de Genebra para a proteção às pessoas civis em tempo de guerra.
Estes acordos internacionais se atualizaram e se desenvolveram posteriormente em Genebra, onde representantes de mais de uma centena de países, reunidos em uma Conferência Diplomática, aprovaram em 1977 os textos dos Protocolos adicionais.
- Protocolo adicional I aos Convênios de genebra de 12 de agosto de 1949 relativo à
proteção as vítimas dos conflitos armados internacionais.
- Protocolo adicional II aos Convênios de genebra de 12 de agosto de 1949 relativo a proteção de vítimas dos conflitos armados sem caráter internacional.
O Comitê, que é o promotor e o guardião desses tratados internacionais, trabalha para seu desenvolvimento e sua difusão mundial.
O CICV atua como intermediário neutro em assuntos humanitários durante conflitos armados internacionais, em distúrbios internos.
Proporciona proteção e assistência tato às vítimas militares como civis dos conflitos sejam feridos, enfermos ou náufragos, prisioneiros de guerra e população civil em território ocupado ou inimigo.
O CICV pode adotar qualquer iniciativa de índole humanitária que corresponda a sua função de instituição especificamente neutra e independente.
Além de suas atividades convencionais, o CICV também visita às pessoas presas por motivos de segurança.
Cabe ao CICV o reconhecimento das novas Sociedades Nacionais.
Fundação 1863
Sede Genebra – Suíça
Financiamento Contribuições voluntárias dos governos, das Sociedades Nacionais e outras instituições internacionais, assim como doações privadas
Nota: A Oitava Assembléia Geral da Liga das Sociedades de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho decidiu por votação, em 27 de novembro de 1991, trocar o nome de Liga para o de “Federação Internacional de Sociedades de Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho”.